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Corpal Incorporadora reúne mais de 350 corretores em almoço especial de apresentação dos terrenos do Condomínio Vernissage

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A Corpal Incorporadora realizou um grande meeting de vendas com mais de 350 corretores de imóveis, representando 13 imobiliárias da capital, no restaurante Coco Bambu do Shopping Estação. O evento marcou a prévia do lançamento oficial do Condomínio Vernissage, que acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de junho, no tradicional Buffet Leila Malouf.

Durante o encontro, foram apresentados os tamanhos e detalhes dos 218 terrenos que estarão à venda no lançamento. Os convidados também puderam conhecer as condições comerciais exclusivas preparadas especialmente para a ocasião.

O gerente comercial e de marketing, Gilberto Barros, foi responsável pela apresentação do evento e destacou o orgulho da empresa em fazer parte do mercado cuiabano
“Hoje é um dia muito importante para a Corpal. A gente consolida um trabalho que começou lá atrás. Mesmo com pouco tempo em Cuiabá, já conquistamos nosso espaço no mercado, mostrando credibilidade e excelência em tudo o que fazemos,” , pontuou.

A corretora de imóveis, Priscila Rodrigues, da imobiliária Só Terrenos e com oito anos de experiência no setor, destacou a credibilidade da Corpal Incorporadora, ressaltando a transparência e honestidade da empresa.

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“A Corpal sempre foi uma empresa transparente e honesta com seus clientes. Já trabalhei na Corpal no passado e, hoje, com minha própria imobiliária, tenho muito orgulho de representar novamente a marca,” pontuou Priscila.

Também da Só Terrenos, a corretora de imóveis, Karla Bieliski, com nove anos de atuação, enfatizou o cuidado da Corpal no planejamento do empreendimento. ele pontuou que foi tubo bem pensando, planejado e arquitetado. mostra que realmente se importa com o bem-estar de quem vai morar lá. Tudo foi planejado e arquitetado com muito carinho.

“O Condomínio Vernissage foi pensado para todos os perfis: idosos, famílias grandes e até casais sem filhos. A Corpal mostra que realmente se importa com o bem-estar de quem vai morar lá. Tudo foi planejado e arquitetado com muito carinho,” finalizou.

A partir do dia 19 de junho, o público está convidado a visitar o decorado do empreendimento, que estará aberto à visitação na Avenida Miguel Sutil.

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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