Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros realiza a aula inaugural do 6º Curso de Atendimento Pré-Hospitalar

Publicados

MATO GROSSO

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, nesta segunda-feira (12.06), a aula inaugural do 6º Curso de Atendimento Pré-Hospitalar. A solenidade ocorreu no auditório da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Cuiabá. A capacitação conta com 28 alunos inscritos, possui duração de quatro semanas e tem como objetivo a especialização e qualificação dos profissionais, visando o melhor desempenho durante as ocorrências e atendimentos pré-hospitalares do CBMMT.

O Comandante-Geral em exercício, coronel BM Ricardo Antônio Bezerra Costa, destacou a importância dos investimentos do Governo do Estado de Mato Grosso em equipamentos e a constante busca por capacitação e especialização dos Bombeiros Militares. “A combinação de equipamentos e materiais atualizados, com o bombeiro militar bem capacitado, resulta na melhoria do serviço prestado à toda população mato-grossense”.

Também participaram da aula inaugural a coronel BM Luciana Bragança Brandão da Silva, Corregedora e Diretora de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBMMT; Marcelo Augusto Reveles Carvalho, diretor de Ensino, Instrução e Pesquisa; Kellen Arthur Preza Nogueira, superintendente da PRF em Mato Grosso; e Henry Manfried Dolce Zambardino.

Leia Também:  Seciteci divulga resultado final do processo seletivo dos cursos técnicos para o segundo semestre de 2024

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

Publicados

em

A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

Leia Também:  Primeira-dama de MT e governador prestigiam solenidade de entrega da Medalha do Guardião do Paiaguás

Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

Leia Também:  Empresas urbanas e rurais tem R$ 403,3 milhões em recursos do FCO aprovados pelo Codem

Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA