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Cuiabá recebe quase R$ 12 milhões por ficar na Série A e terá pelo menos seis jogos internacionais garantidos em 2022

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A manutenção do Cuiabá na série A do Campeonato Brasileiro, conquistada na noite da última quinta-feira (09), após empate em 1 a 1, rendeu ao clube R$ 11,9 milhões como premiação por ficar na 15ª posição. Além disto, o clube está na próxima Copa Sul-Americana de 2022. Sendo assim, a equipe terá garantida seis partidas internacionais, já que a entra direto na nova fase de grupos da competição.

O prêmio pela colocação no campeonato é de R$ 11,9 milhões. Ovalor é equivalente à terceira parcela do contrato de televisionamento. Em vigor desde a edição de 2019, o modelo prevê o pagamento em três cotas. A primeira, de 40% do total, é compartilhada igualmente entre os 20 participantes. A segunda, de 30%, é distribuída conforme o número de jogos transmitidos de cada time. A última, também de 30%, varia com a classificação final.

A Copa Sul-Americana de 2022 terá um novo formato, contando agora com grupos. O Cuiabá e os outros cinco classificados (Atlético-GO, Santos, Ceará, Internacional e São Paulo) já entram direto na fase de grupos, assim como os seis times argentinos (Banfield, Defensa y Justicia, Lanús e Independiente).

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A decisão da competição está marcada para o dia 1º de outubro, no estádio Mané Garrincha, em Brasília. 

O Dourado fecha a sua primeira participação na Série A do Campeonato Brasileiro na 15ª posição, com 47 pontos. Ao todo, foram dez vitórias, 17 empates e 11 derrotas. A equipe marcou 34 gols e sofreu 37. 

Vale lembrar também que, com a permanência na elite do futebol nacional, o Dourado terá a possibilidade de fazer grande receita com a torcida na Arena Pantanal. Isso porque, caso a pandemia continue controlada, os duelos contra times de maior apelo, como Flamengo, Corinthians, São Paulo, entre outros, poderão ter público.

FONTE/ REPOST: WESLEY SANTIAGO – OLHAR DIRETO 

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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