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Defesa Civil alerta para intensa onda de calor em Mato Grosso

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Ministério da Saúde apontou risco de emergência em saúde pública em razão do calor no Estado

A Defesa Civil de Mato Grosso emitiu alerta, nesta sexta-feira (10.11), para um grande perigo à saúde em razão da onda de calor prevista para o Estado até a próxima quarta-feira (15).

O alerta considera os dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que apontam previsão de que a temperatura atinja 5ºC acima da média do período pelos próximos cinco dias. A previsão é que a temperatura máxima supere os 41ºC em diversas cidades do Estado.

Em razão da elevada temperatura, e da duração da onda de calor, o Ministério da Saúde emitiu orientações sobre um potencial risco de emergência em saúde pública em Mato Grosso. “As ondas de calor representam sérios riscos para a saúde humana, incluindo hipertermia, desidratação, problemas respiratórios e agravamento de condições médicas pré-existentes”, informou

Diante do quadro, a Defesa Civil recomenda que, nesse período, a população evite exposição ao sol durante os horários de maior calor, como das 10h às 17h,, evite a prática de atividades físicas ao ar livre sem a proteção adequada e não deixe crianças ou pessoas idosas sem vigilância em veículos estacionados.

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Também é recomendado que a população beba bastante água e consuma alimentos leves, tome banhos frios ou em locais seguros, evitando correntes fortes de água, mantenha os locais frescos e arejados, e garanta que as conexões elétricas do local sejam seguras.

É recomendado, ainda, o uso de umidificadores de ar (também podem ser usadas bacias com água para umidificar os ambientes ou estender toalhas e panos únicos), e roupas leves e soltas.

Já em caso de problemas respiratórios, é recomendado que a população procure um posto médico.

Em caso de incêndios ou emergências médicas, deve-se acionar o Corpo de Bombeiros pelo número 193. O Samu também pode ser acionado pelo 192.

 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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