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Desfile cívico-militar de 7 de setembro é realizado em Cuiabá nesta quinta-feira; trânsito será interditado

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Nesta quinta-feira, 7 de setembro, é celebrado o Dia da Independência do Brasil. Seguindo a tradição será realizado um desfile cívico-militar nas principais ruas da Capital. Conforme informações apuradas pelo Cuiabá Notícias, haverá interdição de algumas vias da Capital a partir de 5h. Motoristas deverão buscar rotas alternativas.

A interdição começa na Avenida Getúlio Vargas até o cruzamento com a Rua Barão de Melgaço e a Praça do Choppão. A Avenida São Sebastião ficará interditada até 12h, devido ao palco que será montado para o evento. Depois, a via será liberada.

Conforme o Corpo de Bombeiros, a previsão é que o desfile comece às 7h30.

Conforme o diretor de Trânsito da Semob, Michel Diniz, o bloqueio deverá acontecer até às 10h30 e, os agentes de trânsito vão liberar as vias conforme ocorrerá o desmonte do palco.

“Para o dia 7 de setembro, foi efetivado o trancamento, bloqueio viário na avenida Getúlio Vargas para garantir a segurança de todos os transeuntes da região, pois haverá o desfile de 7 de setembro. Então, no cruzamento da avenida Getúlio Vargas com a rua Barão de Melgaço, todos os veículos serão desviados pela rua Barão, garantindo a segurança de todo o desfile. Além de outras vias que cortam a avenida Getúlio Vargas, tais como Batista das Neves, Avenida Marechal Deodoro, Presidente Marques, São Sebastião, Castelo Branco, até a praça 8 de abril. Todo esse trecho estará interditado com agentes de trânsito e policiais militares para garantir a segurança. A avenida Isaac Póvoas também será bloqueada parcialmente, apenas duas faixas, mas o trânsito consegue fluir normalmente nesta via. Informamos que esse bloqueio deverá acontecer até às 10h30 e assim que possível, a Semob vai fazer as liberações necessárias destas vias. Somente o trecho que foi montado o palco, na Avenida São Sebastião, entre a Cândido Mariano e a Getúlio Vargas, ficará interditado até a desmontagem total de toda a estrutura em frente à Praça Santos Dumont”, explicou o diretor de trânsito.

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Confira a lista das vias interditadas até às 10h:

Avenida Getúlio Vargas entre a Rua Barão de Melgaço até a Praça 8 de Abril;

Rua Batista das Neves;

Avenida Marechal Deodoro;

Avenida Presidente Marques;

Avenida São Sebastião;

Rua Castelo Branco.

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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