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Dia do Incluir: Ação atende mais de 500 pessoas em Nossa Senhora do Livramento

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Mais de 500 moradores de Nossa Senhora do Livramento e Poconé tiveram acesso a serviços de saúde, cidadania e assistência social nesta sexta-feira (14) durante o evento “Dia do Incluir é Possível”, realizado no Centro de Eventos Municipal Antônio de Campos Maciel, localizado em Livramento.

A ação foi realizada pelo Governo de Mato Grosso, por meio de parceria entre a Superintendência Estadual das Pessoas com Deficiência da Casa Civil de Mato Grosso e as Secretarias de Estado de Assistência Social (Setasc), de Saúde (SES) e de Segurança Pública (Sesp), com apoio da Prefeitura Municipal de Nossa Senhora do Livramento e Câmara dos Vereadores.

A Setasc esteve presente no evento por meio do SER Família Inclusivo, idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, apoiando as ações realizadas pela Superintendência Estadual das Pessoas com Deficiência da Casa Civil.

“Isso faz parte dessa missão que nos foi confiada pela primeira-dama Virginia Mendes de levar essas políticas públicas para as pessoas que mais precisam. Para nós é uma alegria muito grande. Nós tivemos inúmeras ações de cidadania no evento, como a emissão da segunda via de documentos, foto 3×4, plastificação, orientação jurídica e rodas de conversa para falar um pouco sobre a violência doméstica e familiar, como podemos prevenir para que possamos ter famílias saudáveis e uma sociedade saudável”, destacou a titular da Setasc, Grasi Bugalho.

“É o Governo de Mato Grosso com várias secretarias presentes e a Casa Civil capitaneando tudo isso e entregando, realmente, para a população de Livramento algo diferenciado e com muita qualidade, o que nos deixa muito felizes”, completou.

Dia do incluir é possível no município de Nossa Senhora do Livramento.
Créditos: João Reis

A superintendente estadual das Pessoas com Deficiência da Casa Civil de Mato Grosso, Taís Augusta de Paula, afirmou que a realização do evento “Dia do Incluir é Possível” se tornou histórica para o município de Nossa Senhora do Livramento.

“A maioria da população mora em zonas rurais, então, para eles, é muito difícil o acesso aos serviços que foram oferecidos hoje. Mesmo com o frio, foi um evento que superou as expectativas. Foi um dia lindo, um dia histórico, tanto para o município de Nossa Senhora do Livramento, quanto para mim”, enfatizou.

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O prefeito de Livramento, Silmar de Souza, ressaltou a importância das parcerias para a realização do evento no município.

“Nós não fazemos nada sozinhos, tudo é em parceria, e quando se tem a união e essa parceria, a gente consegue os objetivos e chega nos degraus mais altos. É preciso ter essa compreensão de que com o diálogo a gente consegue alcançar os objetivos, e é por meio das parcerias que estamos com esse evento maravilhoso aqui hoje”, disse.

“Ficamos muito felizes com este evento. É um momento ímpar em que Livramento recebe uma gama de serviços voltados para pessoas com deficiência e de cidadania. São pessoas que, muitas vezes, por causa do preconceito, são inferiorizadas, invisibilizadas, e a gente sabe que a pessoa com deficiência só precisa de oportunidade. E hoje é um dia de oportunidade para essas pessoas com os serviços que foram oferecidos. Ter a Setasc no município, oferecendo esses serviços é uma oportunidade muito importante, principalmente para moradores de zona rural. Com certeza vai proporcionar cidadania para os munícipes livramentenses”, comemorou a secretária municipal de Assistência Social, Gonçalina Almeida.

A servidora pública Cristiane Rosa do Araújo aproveitou o evento para plastificar alguns documentos e para doar sangue, já que a carreta do MT-Hemocentro também estava presente na ação.

“Achei o evento muito legal e penso que poderia ter mais vezes, não só uma vez, mas pelo menos umas duas vezes por ano. É muito importante, porque, por exemplo, para eu deslocar daqui para Cuiabá para doar sangue é bem difícil, e com a carreta aqui, foi bem melhor”, contou.

Morador da zona rural, mais especificamente da localidade de Varginha de Cima, distante cerca de 90 quilômetros da área urbana de Nossa Senhora do Livramento, o senhor Plínio Paes de Oliveira aproveitou a ação para tirar a segunda via da certidão de nascimento.

“Minha sogra que agendou para eu vir, porque meus documentos estavam todos vencidos. Foi muito bom ter feito aqui, porque eu estava aguardando pra ir em Várzea Grande fazer, e ia ter que pagar pra fazer, e aqui foi de graça. Ganhei o dia com certeza”, completou.

Saúde
A Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT) também marcou presença no evento com três carretas: a do MT-Hemocentro, a das vacinas e a Carreta do Ir para Incluir, serviço responsável por tirar medidas para o fornecimento de cadeiras de rodas, coletes e bengalas.

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A diretora do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), Sueli Curvo, explicou que o órgão recebeu a solicitação da Casa Civil para participar do evento com a entrega de cadeiras de rodas, aparelhos auditivos e outros.

“Aproveitamos o evento e já entregamos todas as cadeiras que nós trouxemos, fizemos novas avaliações, mandamos para Cuiabá, e trouxemos mais cadeiras. Ninguém hoje ficou sem atendimento. Mesmo quem não conseguiu receber a cadeira hoje, tirou a medida e o Cridac irá encaminhar a cadeira para essa pessoa. Em relação aos aparelhos auditivos, foi feita uma lista de quem precisa e iremos marcar otorrino para todos na próxima semana, no Cridac”, concluiu. Ao todo, foram entregues aproximadamente 20 cadeiras de rodas novas.

Uma das beneficiadas foi a senhora Clotildes Arruda Curado, de 86 anos, que até esta sexta-feira (14) usava muletas para se locomover.

“Hoje eu fico só em casa, não ando mais. Agora com a cadeira de rodas vou ficar muito contente, porque agora eu vou poder andar. Se eu pudesse, ia da casa do meu filho pro meu rancho, mas não tenho mais condições de morar lá sozinha, mas vou poder passear na rua de vez em quando”, disse.

Dia do incluir é possível no município de Nossa Senhora do Livramento.
Créditos: João Reis

Ricardo Augusto de Amorim, 48 anos, cadeirante há 9 anos, e com a atual cadeira há 2 anos, disse que receber uma nova cadeira de rodas irá lhe dar mais mobilidade.

“Hoje eu faço de tudo sozinho em casa, e vai facilitar muito minha vida, com mais mobilidade e mais comodidade, porque será mais leve”.

Para a esposa de Ricardo, Emanuela, é gratificante e importante o esposo receber uma nova cadeira. “Vai ser mais ágil pra ele e pra mim também, porque vai ser mais leve pra ajudar ele”, concluiu.

Dia do incluir é possível no município de Nossa Senhora do Livramento.
Créditos: João Reis
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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