MATO GROSSO
Edital da Secel fomenta publicação de livros e oficinas de criação literária em Mato Grosso
MATO GROSSO
Um dos projetos viabilizados com recursos do edital é a Oficina de Criação Literária e Livro Eletrônico, oferecida pelo poeta mato-grossense Alexandre Rauh. Com 10 encontros gratuitos transmitidos pela internet, a oficina ajuda a transformar ideias em histórias, poesias, contos, memórias ou receitas.
Os encontros começaram no dia 3 de outubro e prosseguem até 5 de dezembro, sempre às terças-feiras das 20h às 22h. A programação inclui atividades práticas de edição para e-book e posts para redes sociais.
- Clique aqui para fazer a inscrição
Outro projeto que também está ajudando a inspirar talentos potenciais da literatura é o Workshop de Escrita Criativa, conduzido pelo escritor tangaraense Cristiano José Pinto. Oferecida gratuitamente nos municípios de Campo Novo do Parecis e Tangará da Serra, a oficina ensina a aprimorar habilidades literárias de escritores da região.
O primeiro encontro ocorreu em Campo Novo do Parecis, no dia 04 de novembro. O segundo encontro acontece no próximo sábado (11.11), a partir das 14h, na Biblioteca Pública Municipal de Tangará da Serra. As inscrições podem ser feitas aqui.
Cristiano José Pinto é autor dos livros “O mago Crazy” (2019), “A cólera do Santo” (2013) e “Palavras esquecidas” (2019). O escritor é também um dos representantes do segmento da Literatura no Conselho Municipal de Política Cultural de Tangará da Serra.![]()
Além das oficinas, o edital de literatura viabilizou a publicação do livro “A Lenda da Lixeira”, escrito pela professora Nilda Ramos com ilustrações do artista plástico Adriano Ferreira. A obra será lançada na quinta-feira (09.11), às 19h, no Espaço Livre Livro, no Goiabeiras Shopping, em Cuiabá.
Em “A Lenda da Lixeira”, a escritora conta uma história de ficção com a fábula da árvore do cerrado. O enredo traz a jovem indígena Uirá, que na luta pelo direito às suas escolhas, mergulha o leitor em questões sociais e ecológicas.
Nilda publicou seu primeiro livro “Julinho o Perfumista” em 2014, e já tem previsão de lançar o próximo em 2024, cujo tema é um novo olhar sobre as queimadas.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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