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Escola de Governo forma terceira turma da Academia de Novos Lideres

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Servidores da terceira turma da Academia de Novos Lideres (ANL), programa desenvolvido pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, receberam na semana passada o certificado de conclusão de curso. A cerimônia aconteceu no auditório do Parque Massairo Okamura. Ao todo, 20 servidores receberam o certificado.

A terceira turma do programa iniciou em maio deste ano e teve 14 módulos com carga horária total de 280 horas. O Programa visa desenvolver as aptidões comportamentais como boa comunicação, inteligência emocional, negociação, oratória, além de competências mais técnicas necessárias para que os servidores possam atuar nas funções de liderança e inovação.

Para a Secretaria Adjunta da Escola de Governo, Marioneide Angélica Kliemaschewsk, a Academia de Novos Líderes tem uma importância fundamental para a melhoria do serviço público à medida que os alunos colocam em prática as competências técnicas aprendidas durante o curso nas suas respectivas secretarias, mas sem deixar de lado a parte humana.

“Acho que a grande importância do processo é lembrar também que nós lideramos pessoas, os processos são os meios para atingir os resultados. Mas quem faz e quem executa esses são as pessoas. Então, a liderança tem que estar focada sempre na gestão de pessoas”.

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De acordo com a coordenadora da Academia de Novos Líderes (ANL), Luciana Cavalcanti, além das competências técnicas essenciais que os servidores, sejam eles líderes ou não, precisam dominar como o direito administrativo, aquisições governamentais, gestão de processos, projetos e de documentos é necessário que eles possuam também competências comportamentais.

“Além do direito administrativo, que é a base da administração pública, tem a parte comportamental, então nós pensamos numa trilha de desenvolvimento: O que um líder precisa fazer? Ele precisa saber se comunicar adequadamente com a equipe, fazer sua gestão de tempo, planejar, ter inteligência emocional para se relacionar, saber negociar, saber solucionar problemas e inovar”, explica Cavalcanti.

Para o Analista de Desenvolvimento Econômico Social da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Leonardo da Silva Ribeiro, a ANL contribuiu para que ele melhorasse enquanto profissional.

“Todos os módulos foram significativos para eu melhorar meu trabalho. Todos sem exceção de nenhum. Porque todos focam na excelência do trabalho e do serviço ofertado para nossa sociedade, para agilizar, desenvolver e facilitar o acesso. ”

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Participaram desta terceira turma servidores das secretarias de Estado de Fazenda (Sefaz), Meio ambiente (Sema), Desenvolvimento Econômico (Sedec), Segurança Pública (Sesp), Agricultura Familiar (Seaf), Assistência Social e Cidadania (Setasc), Planejamento e Gestão (Seplag), além de servidores do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), Fundação Nova Chance (Funac), Mato Grosso Previdência (MTPrev) e do Departamento Estadual de Transito (Detran).

Programa Novos Líderes

O programa Academia de Novos Líderes surgiu da demanda por cursos de capacitação, treinamento e desenvolvimento de pessoas para potenciais futuros gestores dos órgãos do Executivo estadual. Após pesquisa feita pela Escola de Governo, em maio de 2015, que apontou a necessidade de desenvolvimento das relações humanas e do potencial de lideranças entre os servidores.

Supervisão de texto: D`Laila Borges

Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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