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Fellipe Corrêa quer reconhecimento facial para inibir crimes contra motoristas de app

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Diante da morte de três motoristas por aplicativo entre os dias 11 e 14 deste mês de abril, na região metropolitana de Cuiabá, o vereador Fellipe Corrêa (PL) apresentou acréscimo ao projeto de lei nº 6.376 que dispõe sobre a regulamentação do transporte remunerado privado individual de passageiros.
De acordo com o parlamentar, a proposta é exigir, dos aplicativos, o reconhecimento facial ou outra identificação biométrica do condutor diariamente quando acessar a plataforma digital, e do usuário antes do início de cada viagem.
A obrigatoriedade do usuário fazer o reconhecimento facial ou outra identificação biométrica  impedirá que cadastros de terceiros nos aplicativos sejam utilizados sem consentimento, seja mediante fraude ou furto, com o intuito de desestimular que terceiros sejam cúmplices em crimes contra motoristas por aplicativo.
Para o vereador esta funcionalidade já está disponível, em dois dos maiores aplicativos do mercado em número de usuários e motoristas parceiros, bastando apenas se habilitada. “Esta proposta é absolutamente viável e apta a ser imediatamente implementada”, disse.
O vereador reiterou que é de competência do município garantir melhor funcionamento e estrutura dos aplicativos de transporte. “A competência para regulamentar o transporte por aplicativo é exclusiva do município, peço aos colegas vereadores o voto favorável”, afirmou.
Em homenagem aos três motoristas mortos, Fellipe Corrêa apresentou o pedido de moção de pesar às famílias enlutadas.
Da Assessoria
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A Casa do Parque transforma Caravaggio em experiência imersiva

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Em tempos de consumo acelerado da imagem e de experiências culturais cada vez mais superficiais, um projeto criado em Cuiabá propõe o caminho inverso: desacelerar o olhar. No próximo dia 21 de maio às 20h, A Casa do Parque estreia O Banquete, encontro concebido para transformar a história da arte em experiência sensorial, intelectual e afetiva.

Fruto de uma parceria entre Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e o professor de história da arte Rafael Branco, o encontro nasce com uma ambição rara no circuito cultural contemporâneo: formar público sem didatismo, aproximando grandes obras da arte universal de uma vivência estética real, atravessada por narrativa, música, vinho e atmosfera.

A primeira edição mergulha na obra de Michelangelo Merisi da Caravaggio (1571–1610), artista que revolucionou a pintura barroca ao aproximar o divino da carne, da sombra e do drama humano. Sua obra, marcada pelo contraste radical entre luz e escuridão, violência e beleza, segue contemporânea justamente por recusar idealizações.

“Mais do que falar sobre arte, queremos criar uma travessia pela obra. A Casa do Parque sempre acreditou que cultura também pode ser experiência viva, sensorial e emocional”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque. “O Banquete nasce desse desejo de aproximar as pessoas da arte de uma forma menos acadêmica e mais humana, sem perder profundidade.”

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Ao longo da noite, Rafael Branco conduz o público por imagens, contextos históricos e interpretações que ajudam a compreender não apenas a técnica de Caravaggio, mas o impacto filosófico e simbólico de sua obra sobre o imaginário ocidental.

Mas a proposta evita o formato tradicional de palestra. Em vez disso, o público é convidado a ocupar uma experiência cuidadosamente construída para provocar percepção, escuta e contemplação.

A atmosfera da noite entre vinho, música e projeções dialoga diretamente com a ideia do banquete como ritual de encontro e partilha intelectual.

“Construímos uma noite para aproximar a história da arte do público, através de uma experiência sensorial mais ampla, em que imagem, som, sabor e cena são costuradas em uma mesma narrativa sobre universo de Caravaggio. Para além de apresentar sua obra, a proposta é criar uma vivência imersiva e inédita na cidade de Cuiabá, a partir de um dos grandes nomes do barroco italiano.”, observa Rafael Branco.

Com O Banquete, A Casa do Parque reforça um movimento que vem consolidando em Cuiabá: o de criar experiências culturais autorais, sofisticadas e voltadas à formação de público.

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Nessa noite apenas o bar da Casa estará em funcionamento, não havendo serviço gastronômico.

Serviço:
O BANQUETE
21 de maio, às 20h
A Casa do Parque
Ingresso social: R$ 150 + 1 litro de leite longa vida
Informações e ingressos: 98116-8083
Lugares limitados.

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