MATO GROSSO
Governador destaca investimentos na Saúde e no Social: “Estamos cuidando dos mais pobres”
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes destacou a importância dos investimentos que o Governo de Mato Grosso vem fazendo na Assistência Social e na área da Saúde, a exemplo da construção de seis novos hospitais no estado e do auxílio para mais de 100 mil famílias comprarem alimentos.
Durante entrevista ao Jornal do Meio Dia, na TV Vila Real, nesta quinta-feira (14.04), Mendes lembrou que o Governo do Estado retomou as obras do Hospital Central e do Hospital Universitário Júlio Muller, em Cuiabá, que estavam paradas há 34 e 7 anos, respectivamente.
Além disso, outros quatro novos hospitais regionais estão em fase de licitação/contrato, cujas obras devem iniciar ainda em 2022 em Juína, Confresa, Alta Floresta e Tangará da Serra.
“O Governo de Mato Grosso está investindo em todos e cuidando especialmente das pessoas que mais precisam. Pois a grande maioria da população, especialmente os mais pobres, não tem acesso a um plano de saúde”, afirmou.
Ainda na Saúde, o Estado ampliou e modernizou o Hospital Estadual Santa Casa, em Cuiabá, e o Metropolitano, em Várzea Grande. Também estão em andamento reformas e ampliações em todos os demais regionais de Mato Grosso. Os repasses aos municípios, que sofriam com meses de atraso no passado, têm sido pagos rigorosamente em dia nessa gestão.
Assistência Social
Outra área que tem recebido grandes investimentos do Governo é a Assistência Social, cujos programas têm recebido apoio voluntário da primeira-dama Virginia Mendes.
O governador citou que durante os últimos dois anos, no período de pandemia, o Estado distribuiu mais de 1 milhão de cestas básicas à população vulnerável dos 141 municípios.
“O Governo do Estado também criou o maior programa de segurança alimentar da história de Mato Grosso, atendendo mais de 100 mil famílias que recebem esse auxílio. Isso nunca aconteceu na história do nosso estado”, finalizou.
MATO GROSSO
Férias de julho elevam expectativa de faturamento para maioria dos bares e restaurantes
Mais da metade dos bares e restaurantes brasileiros espera aumentar o faturamento durante as férias escolares de julho. Segundo pesquisa da Abrasel, 54% dos empresários projetam crescimento nas vendas em relação a um mês comum, sem datas comemorativas ou grandes eventos. Desse total, 44% estimam alta de até 20%, enquanto 10% acreditam em expansão superior a esse percentual.
Na comparação com as férias de julho do ano passado, o cenário também é positivo. Para 58% dos entrevistados, o faturamento será maior neste ano. Outros 22% acreditam que o desempenho permanecerá estável, enquanto apenas 10% esperam retração.
O otimismo está relacionado ao impacto que o período costuma ter sobre o fluxo de consumidores. Para 49% dos empresários, as férias de julho são importantes ou muito importantes para o desempenho do negócio. Entre os principais motivos apontados estão o aumento da chegada de turistas e visitantes (49%) e as mudanças na rotina das famílias durante o recesso escolar (43%).
No entanto, o efeito das férias não é uniforme. Em cidades menos turísticas, parte dos bares e restaurantes tende a registrar redução no movimento, o que explica por que 28% dos empresários considera que o período tem pouca ou nenhuma importância para o faturamento.
Para Daniel Teixeira, presidente da Abrasel-MT, os dados mostram que o empresário mato-grossense está otimista para este mês de julho, ainda que nosso estado tenha mais gente saindo do que entrando neste período, o mês das férias escolares tende a ter um aumento no fluxo de consumidores, criando um cenário favorável para bares e restaurantes. “A expectativa é de um movimento mais intenso, especialmente para os estabelecimentos que investirem em experiências e atendimento de qualidade para atrair famílias e grupos de amigos”, destaca ele.
“Julho redistribui o consumo pelo país. Enquanto algumas cidades sentem a queda no movimento porque parte da população viaja, destinos turísticos vivem um dos períodos mais intensos do ano. Cidades associadas ao inverno, como Gramado, Campos do Jordão e Monte Verde, recebem mais visitantes e transformam essa sazonalidade em uma oportunidade para reforçar o caixa e compensar os meses de menor movimento”, afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.
Copa do Mundo e turismo reforçam cenário favorável
Além das férias escolares, o setor também tem sido beneficiado pela Copa do Mundo, que vem movimentando especialmente os bares nos dias de jogo. Os bons resultados da seleção brasileira aumentam a expectativa do público e devem ajudar a manter os estabelecimentos mais cheios em julho.
Outro fator positivo é o bom momento do turismo internacional. Entre janeiro e maio, os turistas estrangeiros gastaram R$ 25 bilhões no Brasil, valor recorde para o período e 11% superior ao registrado nos cinco primeiros meses de 2025, segundo dados do Ministério do Turismo.
“A Copa sempre muda o clima do país, e a expectativa é de que o Brasil faça uma grande campanha, chegue à final e conquiste o hexa para completar a festa. Somada às férias de julho e ao aumento do fluxo de turistas, a competição deve seguir enchendo as mesas, reunindo as torcidas e impulsionando o movimento nos negócios”, destaca Solmucci.
Maio registra desempenho positivo
A pesquisa da Abrasel mostrou ainda que os empresários encerraram maio com indicadores favoráveis. O mês terminou com 39% das empresas operando no lucro. Outras 41% registraram equilíbrio financeiro, enquanto 19% tiveram prejuízo. Na comparação com abril, quase metade dos estabelecimentos (47%) informou crescimento no faturamento. Para 27%, a receita permaneceu estável, enquanto 25% registraram queda. 1% das empresas não existiam em maio.
“Maio costuma ser um mês muito importante para bares e restaurantes porque conta com o Dia das Mães, uma das datas mais fortes do calendário do setor. O fato de quase metade das empresas ter conseguido ampliar o faturamento em relação a abril mostra resiliência e capacidade de adaptação em um ambiente ainda marcado por margens apertadas, custos elevados e forte pressão sobre o caixa”, afirma Solmucci.
Os dados do estudo mostram que apenas 8% dos empresários conseguiram reajustar os preços acima da inflação nos últimos 12 meses. Outros 57% reajustaram conforme ou abaixo da inflação, enquanto 35% não conseguiram fazer qualquer reajuste.
A pressão sobre o caixa também aparece na inadimplência. De acordo com o levantamento, 37% dos estabelecimentos possuem algum pagamento em atraso. Entre eles, os principais débitos são impostos federais, mencionados por 75% dos empresários, seguidos pelos tributos estaduais, citados por 44%.

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