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Governo de MT entrega certificados para 190 alunos da primeira turma do curso de Programador de Sistemas

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O Governo de Mato Grosso entrega, nesta quarta-feira (11.10), a certificação para 190 alunos formados no curso de Programador de Sistemas – Fic_Dev, coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci). A solenidade será realizada às 19h, no Hotel Fazenda Mato Grosso.

Os formandos aprenderam sobre linguagens Java, Genexus e Nodejs/React, voltadas para a área de Programação de Sistemas. As aulas iniciaram em março deste ano e foram realizadas no Centro de Alta Performance do Governo de Mato Grosso.

A formação visa atender a alta demanda de profissionais da área de Tecnologia da Informação. Do total de alunos formados, os 50 melhores serão convidados para atuar por um ano nas Secretarias de Estado, com bolsa de R$ 6 mil, com o objetivo de desenvolver soluções tecnológicas para superar os desafios da gestão pública.

Estarão presentes no evento o governador Mauro Mendes e o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec.

Serviço
Entrega de 190 certificados de formação do curso de Programador de Sistemas – Fic_Dec
Data e hora: quarta-feira (11.10), às 19h
Local: Hotel Fazenda Mato Grosso, na Rua Antônio Dorileo, nº 1.100, Coxipó, Cuiabá

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Fonte: Governo MT – MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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