Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Governo de MT implanta ponto de atendimento na região do CPA para regularização de imóveis

Publicados

MATO GROSSO

O Governo de Mato Grosso segue com o mutirão para regularização de imóveis e abriu um polo de atendimento exclusivo para os moradores do grande CPA. A estrutura está montada no Centro Comunitário do CPA I, localizado em frente a Escola Estadual André Avelino Ribeiro e funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Podem procurar este ponto de atendimento moradores dos bairros CPA I, II, III e IV.

Essa ação do Governo do Estado possibilita a entrega de títulos definitivos de imóveis, já registrados em cartório, de forma gratuita à população por meio de parceria entre o Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), MT Participações e Projetos – S/A – (MT PAR) e Assembleia Legislativa.  

Dezenas de outros bairros em Cuiabá e Várzea Grande também estão contemplados. Jardim Presidente II, Residencial São Carlos, Jardim Santa Amália, Cohab São Gonçalo, Grande Terceiro, Santa Inês, Itapajé, 1º de março, Jardim Brasil, Jardim Universitário II, Tijucal, Jardim Industriário e Jardim Vitória na Capital. E Cristo Rei, Cohab Dom Bosco, Dom Orlando Chaves, Cabo Michel, Jardim Primavera, Santa Izabel, Tarumã, Nossa Senhora da Guia, Jaime Campos, Canellas, Asa Branca, Asa Bela, 24 de dezembro e 7 de maio em Várzea Grande. 

Para conseguir a documentação definitiva o morador precisa ir até os polos de atendimento presenciais com toda a documentação exigida (veja lista abaixo). Além do polo da região do CPA, também há um posto de atendimento na sede do Intermat e outro na Secretaria de Habitação de Várzea Grande.

Leia Também:  Governo de MT já repassou 120 mil mudas de banana para 50 municípios neste ano

Segundo o governador Mauro Mendes a meta é entregar cerca de 20 mil títulos até dezembro de 2022 em todo o Estado, sendo sete mil só na Baixada Cuiabana. 

O presidente da MT PAR, Wener Santos, lembra que o esforço em conjunto entre os órgãos está tornando o sonho de muitos mato-grossenses possível. “Muitas vezes as famílias não têm condições de arcar com as custas do processo, e o nosso governador Mauro Mendes e nossa primeira-dama Virginia Mendes sempre sensíveis a estas causas nos autorizaram a executar essa força-tarefa”, explicou.   

A partir da regularização do imóvel, o morador passa a ter uma série de benefícios, entre eles, o acesso a crédito e programas de assistência social. Para mais informações o telefone para contato é (65) 99625- 5273 (WhatsApp) ou pelo email fundiario.mt@gmail.com

Confira os bairros contemplados:

CUIABÁ: Residencial São Carlos, Residencial Santa Inês, Santa Amália / Barra do pari,,Jardim Presidente, Cohab São Gonçalo, Cohab São Gonçalo Profilurb, Itapajé / Residencial Coxipó, Cidade Verde, Grande Terceiro, Nova Cuiabá, Tijucal, Jardim Industriário, CPA I, CPA II, CPA III, CPA IV 

VÁRZEA GRANDE: Cristo Rei, Asa Branca, Asa Bela, Santa Isabel, Alberto Canelas, Jardim Primavera, Nossa Senhora da Guia,Tarumã I, Cabo Michel, Jaime Campos, 24 Dezembro, 7 De Maio

Endereço dos polos de atendimento presencial:

Leia Também:  Homem morre após queda de mais de 1.200 m no Grand Canyon

CUIABÁ: CPA: Centro Comunitário do CPA I, localizado em frente à Escola Estadual André Avelino Ribeiro. Av. Joinville, nº 548.

Intermat: Rua Engº Agrônomo Arnaldo Duarte Monteiro, s/nº – Edifício Engenheiro José Morbeck – Centro Político Administrativo (CPA). Sala da GeoSIS.

VÁRZEA GRANDE: Secretaria de Desenvolvimento Urbano de Várzea Grande:  Av. da FEB – Construmat, ao lado do Shopping Fórmula.

Relação de documentos para iniciar o processo:

(Documentos originais, não é necessário levar cópia)

– Para solteiros: Certidão de nascimento, RG e CPF;

– Para casados: Certidão de casamento, RG e CPF de ambos;

– Para divorciados: Certidão de casamento com averbação de divórcio, RG e CPF apenas de quem está requerendo e partilha de bens/formal de partilha (se houver);

– Para viúvos: Certidão de casamento e certidão de óbito (do cônjuge falecido), RG e CPF de quem está requerendo e partilha de bens/formal de partilha (se houver);

– União estável: Escritura pública de cartório ou homologação dessa condição feita em juízo, certidão de nascimento, RG e CPF de ambos;

– Contrato de compra e venda da casa ou algum outro documento do imóvel (necessário constar a quadra e o lote. Ex.: título de posse antigo, IPTU e etc);

– Comprovante de endereço da casa a ser regularizada (água, luz, telefone, etc)

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Governo de MT já repassou 120 mil mudas de banana para 50 municípios neste ano

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Quadrilha é presa após invadir casa e render vítimas em Várzea Grande

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA