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Governo de MT investe em todas as rodovias estaduais em Cuiabá

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O Governo de Mato Grosso realiza investimentos em todas as rodovias estaduais localizadas no município de Cuiabá. São obras de asfaltamento, restauração e iluminação pública que garantem mais segurança no trânsito e acesso até comunidades rurais e distritos da capital.

O investimento realizado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) corresponde a R$ 269 milhões. São asfaltados 69 quilômetros e restaurar outros 305 km.

A MT-040, rodovia que liga Cuiabá até Santo Antônio do Leverger, teve a duplicação, que foi iniciada em 2010, finalizada pela atual gestão. A Sinfra está investindo agora R$ 10,4 milhões para restaurar o trecho de 17,9 km entre a rotatória com a Rodovia dos Imigrantes e o município vizinho. O Estado ainda instalou luminárias de LED ao longo de todo esse trecho, outro investimento de R$ 5,5 milhões.

Já a MT-251 teve o asfalto inteiramente recuperado entre a Fundação Bradesco e Chapada dos Guimarães. Foram 57 km restaurados em um investimento de R$ 42,7 milhões. A Sinfra também iluminou o trecho entre a Fundação Bradesco e a Rotatória de Manso, por R$ 4 milhões.

Iluminação MT 251, estrada de Chapada
Créditos: Marcos Vergueiro/Secom-MT

A MT-351, rodovia que dá acesso ao Lago de Manso, também teve seu asfalto recuperado em um total de 139,2 km e R$ 11,4 milhões de investimento.

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Atualmente, a Sinfra-MT começou a recuperar a MT-010, que dá acesso ao Distrito da Guia e aos municípios de Acorizal e Rosário Oeste. São 90,87 km no total e R$ 64 milhões em investimentos. A atual gestão ainda foi a responsável por finalizar e entregar a duplicação de 5 km da rodovia até o Rodoanel.

Além das rodovias que dão acesso aos municípios que fazem parte da Região Metropolitana, o Governo de Mato Grosso também realiza obras em outras estradas que possibilitam chegar até distritos da capital. É o caso da MT-402, que liga a Estrada de Chapada até o Coxipó do Ouro, berço da fundação cuiabana.

Com um investimento de R$ 10,5 milhões, a Sinfra asfaltou 8,58 km dessa rodovia, garantindo um acesso asfaltado até o mais antigo distrito da capital.

“É uma comunidade histórica, onde foi lavrada a ata de fundação da cidade de Cuiabá, onde foi realizada a primeira missa, há mais de 300 anos. É uma região com atrativos turísticos, como o Rio Coxipó, restaurantes de comidas típicas”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

A Sinfra também está asfaltando a MT-030, entre o bairro Dr. Fábio e a Ponte de Ferro. São R$ 8,2 milhões de investimento e 4,36 km de asfalto novo. A obra vai atender uma demanda de décadas dos moradores locais, acabando com as dificuldades de acesso no período de chuva.

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Para garantir mais avanços, está em fase de licitação o asfalto de 10,33 km do trecho da MT-402 entre a Ponte de Ferro e o Coxipó do Ouro. Com um investimento de R$ 15,7 milhões, a obra vai garantir outro acesso até o Distrito e oferecer melhorias para as comunidades que moram na região.

Outro distrito da capital, no caso o Aguaçu, também vai ter duas vias de acesso asfaltadas. O Governo está na fase final das obras da MT-401, que liga a Estrada da Guia até o Distrito por meio do acesso da mineradora. São 17,04 km de rodovia e investimento de R$ 22,6 milhões.

A Sinfra também assinou a ordem de serviço em 2024 para asfaltar a MT-402, que também chega no Aguaçu a partir da Estrada da Guia, só que por meio do acesso até a fábrica da Votorantim. São 8,58 km de asfalto novo e R$ 10,5 milhões de investimento.

Por fim, outra obra em andamento é a MT-400, que liga o Distrito do Sucuri até a MT-010. São 19,04 km de asfalto e um investimento de R$ 18,5 milhões, que vão beneficiar a zona rural mais próxima do centro de Cuiabá.

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Férias de julho elevam expectativa de faturamento para maioria dos bares e restaurantes

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Mais da metade dos bares e restaurantes brasileiros espera aumentar o faturamento durante as férias escolares de julho. Segundo pesquisa da Abrasel, 54% dos empresários projetam crescimento nas vendas em relação a um mês comum, sem datas comemorativas ou grandes eventos. Desse total, 44% estimam alta de até 20%, enquanto 10% acreditam em expansão superior a esse percentual.

Na comparação com as férias de julho do ano passado, o cenário também é positivo. Para 58% dos entrevistados, o faturamento será maior neste ano. Outros 22% acreditam que o desempenho permanecerá estável, enquanto apenas 10% esperam retração.

O otimismo está relacionado ao impacto que o período costuma ter sobre o fluxo de consumidores. Para 49% dos empresários, as férias de julho são importantes ou muito importantes para o desempenho do negócio. Entre os principais motivos apontados estão o aumento da chegada de turistas e visitantes (49%) e as mudanças na rotina das famílias durante o recesso escolar (43%).

No entanto, o efeito das férias não é uniforme. Em cidades menos turísticas, parte dos bares e restaurantes tende a registrar redução no movimento, o que explica por que 28% dos empresários considera que o período tem pouca ou nenhuma importância para o faturamento.

Para Daniel Teixeira, presidente da Abrasel-MT, os dados mostram que o empresário mato-grossense está otimista para este mês de julho, ainda que nosso estado tenha mais gente saindo do que entrando neste período, o mês das férias escolares tende a ter um aumento no fluxo de consumidores, criando um cenário favorável para bares e restaurantes. “A expectativa é de um movimento mais intenso, especialmente para os estabelecimentos que investirem em experiências e atendimento de qualidade para atrair famílias e grupos de amigos”, destaca ele.

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“Julho redistribui o consumo pelo país. Enquanto algumas cidades sentem a queda no movimento porque parte da população viaja, destinos turísticos vivem um dos períodos mais intensos do ano. Cidades associadas ao inverno, como Gramado, Campos do Jordão e Monte Verde, recebem mais visitantes e transformam essa sazonalidade em uma oportunidade para reforçar o caixa e compensar os meses de menor movimento”, afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.

Copa do Mundo e turismo reforçam cenário favorável

Além das férias escolares, o setor também tem sido beneficiado pela Copa do Mundo, que vem movimentando especialmente os bares nos dias de jogo. Os bons resultados da seleção brasileira aumentam a expectativa do público e devem ajudar a manter os estabelecimentos mais cheios em julho.

Outro fator positivo é o bom momento do turismo internacional. Entre janeiro e maio, os turistas estrangeiros gastaram R$ 25 bilhões no Brasil, valor recorde para o período e 11% superior ao registrado nos cinco primeiros meses de 2025, segundo dados do Ministério do Turismo.

“A Copa sempre muda o clima do país, e a expectativa é de que o Brasil faça uma grande campanha, chegue à final e conquiste o hexa para completar a festa. Somada às férias de julho e ao aumento do fluxo de turistas, a competição deve seguir enchendo as mesas, reunindo as torcidas e impulsionando o movimento nos negócios”, destaca Solmucci.

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Maio registra desempenho positivo

A pesquisa da Abrasel mostrou ainda que os empresários encerraram maio com indicadores favoráveis. O mês terminou com 39% das empresas operando no lucro. Outras 41% registraram equilíbrio financeiro, enquanto 19% tiveram prejuízo. Na comparação com abril, quase metade dos estabelecimentos (47%) informou crescimento no faturamento. Para 27%, a receita permaneceu estável, enquanto 25% registraram queda. 1% das empresas não existiam em maio.

“Maio costuma ser um mês muito importante para bares e restaurantes porque conta com o Dia das Mães, uma das datas mais fortes do calendário do setor. O fato de quase metade das empresas ter conseguido ampliar o faturamento em relação a abril mostra resiliência e capacidade de adaptação em um ambiente ainda marcado por margens apertadas, custos elevados e forte pressão sobre o caixa”, afirma Solmucci.

Os dados do estudo mostram que apenas 8% dos empresários conseguiram reajustar os preços acima da inflação nos últimos 12 meses. Outros 57% reajustaram conforme ou abaixo da inflação, enquanto 35% não conseguiram fazer qualquer reajuste.

A pressão sobre o caixa também aparece na inadimplência. De acordo com o levantamento, 37% dos estabelecimentos possuem algum pagamento em atraso. Entre eles, os principais débitos são impostos federais, mencionados por 75% dos empresários, seguidos pelos tributos estaduais, citados por 44%.

 

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