MATO GROSSO
Governo de MT investe R$ 8,5 milhões na reforma de Hospital Regional e pacientes destacam mudança: “Melhorou demais”
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A técnica de segurança do trabalho em Sinop, Angélica Cristina Barbosa, de 32 anos, é uma delas. Ela fraturou o pé direito e passou por uma cirurgia no hospital. Ela destaca a melhoria estrutural do local e o atendimento dos profissionais, além de ressaltar que a reforma é imprescindível para quem é da região.
“A estrutura já melhorou muito e acredito que tende a melhorar ainda mais para a nossa população. Eu já fui atendida aqui em outra época. A estrutura e o atendimento eram bem precários. Hoje melhorou demais, tanto visualmente, como os serviços. Eu só tenho a agradecer o atendimento das pessoas que trabalham aqui”, destacou a paciente.![]()
Para o paciente Eliseu Gomes de Souza, de 42 anos, que passou por uma cirurgia no hospital, a atenção dos profissionais a seu quadro clinico foi o que mais marcou sua internação na unidade de saúde. “O atendimento é ótimo. Me trataram muito bem e o prédio está bacana. Quanto mais benfeitoria for feita aqui, melhor para nós”.
Nos últimos quatro anos, o Hospital Regional de Sinop passou por diversas melhorias, como a construção da usina de oxigênio e da caixa de gordura; a reforma da recepção; os reparos para funcionamento da Unidade Semi-intensiva (UCI) e UTI pediátrica.
“As melhorias no hospital beneficiarão os pacientes dos 14 municípios da região de saúde Teles Pires, que já contam com uma unidade de saúde moderna e ampla. A atual gestão trabalha diuturnamente para transformar os serviços em saúde ofertados pelo Governo do Estado. Nosso objetivo é um atendimento eficiente e de qualidade para a população”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.
Também foi feita a modernização da UTI adulto, das guaritas, dos leitos de retaguarda, da sala de repouso para mães, da clínica cirúrgica, além da instalação de pontos de gases medicinais e pintura nas salas de endoscopia, paisagismo, construção de calçadas, iluminação do estacionamento e pintura externa.
Segue em andamento no hospital a reforma da cozinha e do Bloco D. O trabalho deve avançar nos próximos meses para a antiga recepção e emergência da unidade; centro cirúrgico e UTI adulto do térreo.
As melhorias contribuirão para um atendimento de mais qualidade aos moradores de 14 municípios da região: Cláudia, Feliz Natal, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Nova Ubiratã, Santa Carmem, Santa Rita do Trivelato, Sorriso, Tapurah, União do Sul e Vera.
Entusiasmado com a obra, o diretor do hospital, Jean Carlos Alencar, ressaltou que sem uma gestão comprometida, as melhorias não seriam possíveis. “Agradecemos o governador Mauro Mendes e o secretário Gilberto Figueiredo por uma gestão preocupada com os Hospitais Regionais. Graças a uma gestão empenhada, os servidores da unidade e os pacientes contam com um ambiente salubre, moderno e humano”, pontuou Jean.
A secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, ressalta que as equipes estão dedicadas ao andamento da reforma, que não prejudica os atendimentos hospitalares. “A continuidade da obra não interfere no atendimento aos pacientes, que continuam sendo atendidos no local e, sempre que necessário, podem ser realocados dentro da própria unidade hospitalar”, concluiu.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0