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Investimento vira dor de cabeça para cuiabanos após bloqueio judicial de empresa

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Em outubro de 2023, Waldete Cabral, de 62 anos, e quatro amigos investiram R$ 920 mil na Sbaraini Capital, atraídos pela promessa de ganhos mensais de 1,5%. Waldete conheceu a empresa por meio de uma amiga corretora, e a relação de confiança fez com que ela retirasse suas economias da poupança para aplicar no negócio. No entanto, em novembro, Waldete notou que não conseguia acessar sua conta na plataforma e descobriu que as promessas de rendimentos não se concretizariam.

A situação se agravou quando uma decisão da Justiça Federal bloqueou as contas da Sbaraini, afetando milhares de investidores em todo o Brasil. Indignada, Waldete entrou em contato com a corretora que indicou o investimento, mas foi informada de que ela não poderia ajudar. Mais de 10 meses depois, Waldete e os amigos ainda aguardam o retorno do dinheiro investido. Enquanto isso, a Sbaraini afirmou, em nota, que está em “fase avançada” de negociação de acordos com os clientes afetados e que mais de 3.000 acordos foram formalizados desde setembro.

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Desequilíbrio de Poder e o Papel do Senado

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A recente pesquisa que aponta que 66% do eleitorado deseja votar em candidatos ao Senado comprometidos com o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal revela muito mais do que uma simples preferência política. Trata-se de um sinal claro de insatisfação popular com o atual cenário institucional do país.

Nos últimos anos, temos assistido a um protagonismo crescente do Supremo Tribunal Federal, muitas vezes avançando sobre competências que, em um ambiente de harmonia entre os poderes, deveriam ser exercidas com maior equilíbrio. O Judiciário é, sem dúvida, peça fundamental na manutenção do Estado Democrático de Direito, mas não pode atuar sem os devidos freios e contrapesos.

O Senado Federal, por sua vez, possui uma das mais importantes atribuições nesse sistema: a de julgar ministros do STF em casos de crimes de responsabilidade. No entanto, o que se observa é uma postura muitas vezes omissa diante de denúncias graves, que vão desde suspeitas de corrupção até acusações de abuso de autoridade.

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Esse cenário contribui para o enfraquecimento da confiança da população nas instituições. Quando não há equilíbrio entre os poderes, quem perde é a democracia. O sentimento popular expresso na pesquisa é, portanto, um reflexo direto dessa percepção de desequilíbrio.

É fundamental que o Senado reassuma sua independência e exerça plenamente suas prerrogativas constitucionais. Não se trata de confronto entre poderes, mas de restabelecer a harmonia prevista na Constituição. Um Senado atuante é essencial para garantir que nenhum poder se sobreponha aos demais.

O Brasil precisa de instituições fortes, mas também responsáveis e equilibradas. O momento exige coragem, compromisso com a Constituição e respeito à vontade popular.

Euclides Ribeiro é advogado especialista em recuperação judicial e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso

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