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Jogos Escolares e Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses começam nesta sexta-feira (26)

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A edição 2024 dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses começa nesta sexta-feira (26.04) com duas etapas regionais simultâneas. Promovidas pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) em parceria com os municípios-sede, as competições escolares acontecem em Araputanga e em Lucas do Rio Verde até a próxima quarta-feira (01.05).

A abertura oficial da fase regional Oeste será realizada na sexta-feira (26.04), às 19h, no Estádio Municipal Marcio Mendes, em Araputanga. Na mesma data, às 19h30, a solenidade de abertura na região Centro-Norte ocorre no Ginásio de Esportes Didé Martins, em Lucas do Rio Verde. 

Nas duas etapas regionais, as competições envolvem as modalidades coletivas de basquetebol, futsal, handebol e voleibol e contam com equipes masculinas e femininas. Estudantes de 12 a 14 anos participam dos Jogos Escolares e os da faixa etária de 15 a 17 anos disputam os Jogos Estudantis de Seleções. 

Em Araputanga, 39 equipes participam dos Jogos Escolares e, outras 39 seleções municipais, dos Jogos Estudantis. Serão cerca de um mil estudantes da região Oeste, que representam os municípios de Araputanga, Cáceres, Curvelândia, Lambari D´Oeste, Mirassol D´Oeste, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Rio Branco, São José dos Quatro Marcos e Várzea Grande.

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Os jogos da etapa regional Oeste serão realizados em quatro diferentes espaços de Araputanga. As quadras poliesportivas Sidney de Freitas e a da Escola Estadual João Sato recebem as partidas de futsal; e as quadras poliesportivas Denilton Batista e da Escola Municipal Rodolfo Trechaud Curvo sediam os duelos de basquetebol, handebol e voleibol.

Em Lucas do Rio Verde, o evento esportivo terá 46 equipes nos Jogos Escolares e mais 46 seleções municipais nos Jogos Estudantis. Ao todo, mais de 1.100 estudantes competem na etapa regional Centro Norte, representando os municípios de Cláudia, Ipiranga do Norte, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Santa Carmem, Santa Rita do Trivelato, Sinop, Sorriso, Tapurah e Vera.

Os locais de competição na cidade luverdense também são divididos por modalidade. Os jogos de futsal serão realizados nos ginásios Rio Verde e Pimpão; as partidas de basquetebol acontecem no ginásio Ângelo Nadin, e as de handebol no Ginásio Didé Martins; já os confrontos de voleibol ocorrem nos anexos 1 e 2 do ginásio do Colégio La Salle.

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As equipes e seleções masculinas e femininas disputam os títulos de campeãs regionais para garantir vaga em suas respectivas etapas estaduais, que serão realizadas no mês de julho. Para realizar as competições escolares mato-grossenses, a Secel conta ainda com a parceria da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT).

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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