Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

“Loira da Federal”: Devido transtornos psicológicos, Justiça pede a retirada da tornozeleira de jornalista

Publicados

MATO GROSSO

Nildes de Souza de 37 anos que ficou conhecida como a “Loira da Federal”, recebeu diretamente da Divisão de Psicossocial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), um laudo indicando que ela passa por sofrimento psíquico após o episódio com o policial militar na Praça Popular, em Cuiabá. Onde em uma discussão, a jornalista jogou um copo de cerveja no rosto do PM e logo em seguida foi detida e conduzida para a delegacia.

Após o ocorrido do dia 11 de outubro, foi constatado que Nildes teria agido de tal forma em defesa da ex-esposa do militar, amiga íntima que estaria sendo ameaçada por ele. Dias depois a ex-esposa realizou um boletim de ocorrência contra o PM, confirmando todos os fatos da jornalista.

Nildes se tornou alvo de memes, piadas e notícia quando se tocava no nome dela, as redes sociais fizeram-a se tornar o alvo principal nos últimos dias. Todos os ataques e mensagens foram apresentados mostrando o motivo de tanta frustração emocional desde então.

Leia Também:  Detran entrega 30 etilômetros para o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar

Retirada da tornozeleira:

O psicólogo Rafael Pinheiro Busatto e a assistente social Claudia Inez Galdino assinaram o laudo permitindo a retirada da tornozeleira. A Justiça informou que realizou uma análise e a atitude será feita para não prejudicá-la social e emocionalmente.

A mulher que teria que usar por 90 dias a tornozeleira desde o ocorrido do dia 11 de outubro também constou no laudo em depoimento que pretende ter uma vida nova, que quer se mudar para Cuiabá e começar “tudo do zero” com a sua tia Geralda e da irmã Lívia.

“Nildes se encontra neste contexto fragilizado e com grande potencial estressor, esta equipe sugere que ela faça um acompanhamento em um aparato institucional oficial da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), como rege a lei Nº10.216/2001, como o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), dentro da linha de ação em saúde mental, para que seja acompanhada por uma equipe multiprofissional e que possa, com autonomia, desenvolver juntamente com a equipe um Projeto Terapêutico Singular que se identifique e se aproprie para que possa desenvolver tecnologias próprias para lidar com as suas questões considerando o seu quadro clínico e com esta manutenção, elaborar e assimilar as suas vivências de modo menos angustiante e logo, de modo mais saudável” diz trecho do documento.

Leia Também:  Governador sugere lei para proibir aumento de impostos no país

Desde então, a jornalista passará a ter acompanhamento psicoterapêutico, pela equipe multidisciplinar, formada por psiquiátrico e de outros profissionais disponíveis e que julgarem necessários.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Projeto Comunidade Integrada promove ações sociais para 2,5 mil pessoas no interior de MT

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA