MATO GROSSO
Madrinha dos povos indígenas, primeira-dama de MT participa de entregas e serviços na TI Sangradouro
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Participaram da comitiva a secretária da Setasc, Grasielle Bugalho, o presidente da Metamat, Juliano Jorge, e o superintendente de Assuntos Indígenas da Casa Civil, Agnaldo Santos.
A emoção da visita começou logo na chegada, com a recepção do prefeito licenciado de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin, acompanhado da primeira-dama do município, Ester Minosso, do prefeito em exercício, Ademir Goes, e a esposa Márcia Goes, vereadores, secretários municipais e a população, que seguiu juntamente com a comitiva para o evento na aldeia Sangradouro.![]()
Emocionada ao ser recebida pelo cacique Alexandre, Virginia Mendes falou da saudade que estava de visitar as aldeias. Na oportunidade, ela ainda lamentou o falecimento da filha do cacique.
“Eu sei que é um momento muito difícil para o senhor pela sua perda e sofrimento, mas mesmo assim o senhor está aqui nos recebendo com todo carinho. Estou muito feliz por poder estar aqui hoje, é a minha segunda viagem depois de um ano e seis meses parada”, disse.
Além dos serviços de cidadania por meio do mutirão, das entregas dos programas SER Família Solidário e Aconchego, Virginia Mendes entregou a chave de uma caminhonete Hilux 0 km para o cacique.![]()
“É uma felicidade muito grande entregar esta caminhonete novinha por meio da Seaf, um pedido que eu fiz logo que o cacique Alexandre falou da necessidade do veículo, e que conseguimos através de emenda parlamentar do deputado federal Juarez Costa. Meu agradecimento ao deputado, que foi nosso grande parceiro. Tenho certeza que essa caminhonete vai facilitar os trabalhos de vocês aqui na aldeia”, manifestou a primeira-dama Virginia Mendes.![]()
“Como eu sempre digo, ninguém faz nada sozinho. Tenho que agradecer a secretária Grasielle com sua equipe, o presidente Juliano, na Metamat, com os projetos dos poços, o superintendente Agnaldo, que está diretamente com nossos irmãos indígenas. Também temos o nosso deputado do social, Max Russi, o meu querido secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, que disponibilizou a equipe do Cridac para atender as demandas dos PcDs nas aldeias, o prefeito Leo Botolin, que faz um excelente trabalho, e a primeira-dama Ester, o prefeito em exercício Ademir e a primeira-dama Márcia. Enfim, todas as pessoas que estão aqui são muito importantes, então este é o sucesso e a parceria de um grupo”, agradeceu.![]()
O cacique Alexandre agradeceu a primeira-dama Virginia Mendes e o governador Mauro Mendes, e contou sobre quando pediu o veículo.
“Estou muito feliz. Em primeiro lugar quero agradecer a primeira-dama Virginia e o governador por tudo que fazem pelo meu povo. A primeira vez que ela veio aqui, eu fiz o pedido dessa caminhonete para a comunidade, e ela conseguiu nos atender. A dona Virginia tem um coração muito grande, e dizer que o governador nos ajuda muito, é o único que olhou para nós. Agradeço pela senhora não me esquecer”.![]()
Além dos serviços de cidadania e entregas de cestas de alimentos, filtros de barro e cobertores, também foram entregues cadeiras de rodas e bengalas às pessoas com deficiência (PcD), com a presença da diretora do Cridac Suely Souza e sua equipe. O líder da aldeia, cacique Bartolomeu, contou que essa é uma ação inédita.
“A Sesai e a Funai nunca fizeram um trabalho como esse de entregas de cadeiras de rodas para os deficientes, mesmo sabendo das necessidades. Eu mesmo tenho problemas de mobilidade por ter sofrido acidente, mas hoje agradeço o governo. Para nós, esse governo é modelo. Anteriormente ninguém visitava, nenhuma primeira-dama de Estado, nem governador, só quando tínhamos atrito que apareciam, mas hoje, como líder da aldeia, estou contente. Mauro Mendes tem uma ótima administração. Virginia sua presença alegra nosso povo”.![]()
“Nós temos uma relação muito boa de amizade com essa comunidade. Eles ajudaram a construir o dia a dia de Primavera do Leste. Dona Virginia, quero parabenizá-la pelo olhar voltado aos povos indígenas, o Governo do Estado nunca teve tanta política pública eficiente voltada a comunidade indígenas”, observou o prefeito licenciado, Leonardo Bortolin.
“O Papa Francisco disse uma certa vez, que a política é o melhor meio de fazer o bem e desenvolver a caridade, e a gente acompanha que a senhora, com o carisma que tem, desenvolve um ótimo trabalho com os mais necessitados”, citou o padre Alexandre, da paróquia São João Batista, de Poxoréu.
Ainda na segunda-feira, a primeira-dama do Estado e comitiva seguiram em missão para a aldeia Meruri, localizada na região de General Carneiro.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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