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Mais de 2 mil atletas disputam 36ª edição da Corrida Sesc Homens do Fogo neste domingo (24)

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Prova integra o calendário oficial de eventos do Corpo de Bombeiros, que celebra 60 anos de história em 2024.

Mais de 2 mil atletas competirão, neste domingo (24.11), a tradicional Corrida Sesc Homens do Fogo, promovida pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) em parceria com o Sesc Mato Grosso. O evento terá início às 6h30, com largada na Diretoria de Administração Institucional da corporação, em Várzea Grande.

Consolidada como uma das principais iniciativas esportivas da região metropolitana de Cuiabá, a Corrida Sesc Homens do Fogo atrai participantes de todas as idades. A corrida integra o calendário oficial de eventos da corporação, que celebra 60 anos de história em 2024.

Além de incentivar a prática esportiva, a ação possui um caráter social importante, já que as inscrições foram feitas mediante a doação de alimentos não perecíveis, que serão destinados a instituições de caridade.

A corrida terá dois percursos – um de 5 km, e outro de 10 km. Em ambos, a largada e a chegada serão na Diretoria de Administração Institucional do CBMMT, localizada na Alameda Júlio Muller, em Várzea Grande. A medição oficial será realizada pela Federação de Atletismo de Mato Grosso (FAMT).

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Os primeiros colocados nas categorias Geral e Segurança Pública, nos dois percursos, receberão troféus e premiação em dinheiro, totalizando R$ 8,3 mil. Já os melhores classificados por faixa etária também serão premiados com troféus. Todos os participantes inscritos ganharão medalhas de participação.

Como atrativo extra, o evento realizará o sorteio de duas bolsas de estudo com 50% de desconto em cursos superiores na área de tecnologia digital oferecidos pela Univag.

Serviço
Evento: 36ª edição da Corrida Sesc Homens do Fogo acontece neste domingo (24)
Dia e hora: Domingo (24.11), largada às 6h30
Local: Diretoria de Administração Institucional do CBMMT – Rua Alameda Júlio Muller, bairro Alameda, em Várzea Grande

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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