MATO GROSSO
“Mato Grosso avançou na Educação e não tenho dúvida que vai melhorar significativamente este ano”, afirma ministro
MATO GROSSO
O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que Mato Grosso avançou na área educacional e a previsão é que deve continuar melhorando em 2023.
Junto com o governador Mauro Mendes, o ministro participou da III Reunião Ordinária do Fórum de Secretários Estaduais de Educação (CONSED), na manhã desta quinta-feira (10.08), em Chapada dos Guimarães.
“Aqui em Mato Grosso a Educação avançou, e os resultados não aparecem a curto prazo, e sim a médio e longo prazo. Não adianta querer fazer mágica. Educação tem que ter trabalho, planejamento, parceria, foco e construir políticas de Estado, que possam ter continuidade”, relatou.
De acordo com Camilo Santana, os investimentos e políticas adotadas pelo governador devem elevar a posição de Mato Grosso no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que será aplicado neste ano em todo o país.
“Não tenho dúvida que na avaliação do Saeb esse ano, Mato Grosso vai melhorar significativamente pelo esforço que tem feito. Parabenizo o governador e o secretário pelo trabalho realizado em avaliação, conectividade nas escolas, e também na área pedagógica”, completou.
Mauro Mendes reforçou que irá continuar a investir e buscar alternativas eficientes para a melhoria dos índices de aprendizado, sendo o alinhamento com o Governo Federal muito importante para este objetivo.
Dentre esses investimentos, estão: implantação de sistema de ensino formulado pela FGV; material didático igual de escolas particulares; notebooks aos professores e chromebooks aos alunos; TVs smart nas salas de aula; climatização nas escolas; oportunidade de intercâmbio aos melhores alunos; bônus por resultado aos profissionais da Educação; incremento da verba para reforma nas escolas; além da construção, reforma e melhorias em dezenas de escolas da rede estadual.
“Espero que esse debate sobre as políticas de ensino tragam uma diretriz eficiente para o Brasil todo. Para que não olhemos apenas para o Ceará e outros poucos estados como modelos de Educação, mas também olhar para fora, a exemplo de Singapura, que era uma ilha miserável e se tornou um fenômeno por conta da Educação. Que possamos nos inspirar nos bons exemplos para construir esse presente e esse futuro para nossos jovens”, exemplificou.
Também estavam presentes no evento o presidente do Consed, Vitor DeAngelo; o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, além de outros secretários de educação de todo o país.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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