MATO GROSSO
Menina de 11 anos luta por atendimento médico em meio a entraves burocráticos e diagnóstico indefinido
MATO GROSSO
Uma menina de 11 anos, com suspeita de Síndrome de Marfan, condição genética rara que afeta o sistema conectivo do corpo, principalmente o sistema cardiovascular, o esqueleto, olhos e a pele, conseguiu, por meio da Defensoria Pública de Mato Grosso (DPMT), o direito a fazer um exame genético, não disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). Porém, o que parecia o fim de um drama de quase uma vida, revelou-se como mais um capítulo na saga de uma família pobre, em busca de saúde no país.
O exame de exoma completo, considerado essencial pelo médico geneticista Marcial Galera para diagnóstico e definição de tratamento correto para a criança, hoje com insuficiência renal, lesão na córnea, dilatação leve da raiz da aorta, pressão alta, luxação no joelho e um cisto na vertebral sacral, terá que ser refeito por falta de observância aos critérios técnicos do exame.
Medidas Jurídicas – A mãe, a técnica de enfermagem Bruna Guimarães, conta que em junho de 2023 procurou a Defensoria Pública, em Poxoréu, onde a família vive, com exames e o pedido médico de urgência para a realização do procedimento. A equipe do defensor público, Marcelo De Nardi, após receber resposta do município de que o exame não é feito pelo SUS, entrou com uma ação de obrigação de fazer, com pedido de urgência, em 16 de junho daquele ano, para que o Estado e o município custeassem o procedimento, orçado à época, em cerca de R$ 5 mil.
“Eu não tinha condições de pagar o exame que o médico disse que pode identificar a mutação genética específica no gene que causa a síndrome. Essa confirmação é essencial para um diagnóstico definitivo, principalmente em casos em que os sintomas são semelhantes aos de outras doenças. Eu sempre fui tratando nela o que ia aparecendo, mas, ter um planejamento para prever a gravidade da doença e direcionar o tratamento, é no que o diagnóstico pode nos ajudar. A síndrome não tem cura, tem que gerenciar sintomas e trabalhar com prevenção”, explica a mãe.
O juiz da 2ª Vara Cível de Poxoréu, Darwin Pontes, com base nas informações, determinou que o Estado e o Município custeassem o exame e indicou conta bancária para o deposito, em 5 de julho do ano passado. Em fevereiro de 2024, o Estado depositou R$ 1.995 mil para cobrir as despesas e o Município, foi novamente intimado, a apresentar sua parte, o que foi feito apenas no dia 24 de abril de 2024. Porém, para cobrir o valor do exame ainda faltaram R$ 1 mil.
Medida Administrativa – Na ocasião, a criança estava internada na Santa Casa de Cuiabá, para tratamento nefrológico e a mãe, apelou aos médicos da filha para que sensibilizassem a Secretaria de Estado para viabilizar o exame. O procedimento foi feito em outubro do 2024, um ano e quatro meses após o pedido da Defensoria Pública, porém, com a chegada do laudo, a decepção: “ausência de variantes que isoladamente justifiquem o quadro clínico da criança”.
“Depois de esperar esse tempo todo, continuamos sem o diagnóstico. O médico pediu que o exame seja refeito por não ter tido a extração de sequência de DNA suficiente para detectar o problema. Pois o exame feito pelo laboratório que a Santa Casa conseguiu, não fez a contagem certa, por falta de especificação detalhada. Agora, vamos ter que retomar essa luta e estou muito exausta, minha filha sofrendo. Ela toma uma infinidade de remédios e alguns deles, já não estão mais fazendo efeito”.
A técnica de enfermagem, que trabalha em Poxoréu como profissional intermitente, cobrindo licenças médicas, atestados e folgas dos profissionais contratados na rede, conta que custeia os exames, medicamentos e consultadas da filha com auxílio do Lei Orgânica de Assistência Social (LOAs). Ela conta também com ajuda de conhecidos e do filho, que trabalha no mercado da cidade.
Cumprimento de Sentença – O defensor público que atua no caso informou que estudará medidas que poderão ser adotadas para que a decisão da Justiça seja cumprida, já que parte do dinheiro foi depositado para o custeio do exame e não foi usado, em decorrência da alternativa encontrada pela Secretaria de Saúde do Estado. “Estamos todos decepcionados com a situação, pois o que buscamos é a efetividade do acesso dessa criança à saúde. E vamos estudar o melhor mecanismo para que esse direito seja garantido, já que existe uma decisão judicial, ainda não cumprida”, disse.
Síndrome de Marfan – é uma doença genética que provoca alterações em vários sistemas do corpo, levando a sinais e sintomas que podem surgir no nascimento ou até mesmo ao longo da vida, sendo que gravidade varia de uma pessoa para outra. Estes sinais podem aparecer nos seguintes locais:
Coração: as principais consequências da síndrome de Marfan são as alterações cardíacas, levando à perda de sustentação na parede das artérias, podendo ocasionar o aneurisma de aorta, dilatação ventricular e prolapso da válvula mitral;
Ossos: esta síndrome faz com que os ossos cresçam excessivamente e pode ser observado através do aumento exagerado da altura de uma pessoa e pelos braços, dedos das mãos e dos pés muito longos. Também pode estar presente o peito escavado, quando se forma uma depressão no centro do tórax;
Olhos: é comum que pessoas que tenham essa síndrome apresentem deslocamento de retina, glaucoma, catarata, miopia e podem ficar com a parte branca do olho com coloração mais azulada;
Coluna vertebral: as manifestações desta síndrome podem ser visíveis em problemas na coluna como a escoliose, que é o desvio da coluna para o lado direito ou esquerdo. Também pode-se observar o aumento do saco dural na região lombar, que é a membrana que recobre a região da coluna.
Além do problema de saúde, a criança passa por um atraso global do seu desenvolvimento, e precisa, constantemente fazer diversos exames médicos. Com 11 anos, ela está com 1,55 de altura. E a mãe apela para que puder ajudá-las. Bruna tem outros dois filhos. Para os que tiverem interesse em auxiliá-la, com doações, informações e encaminhamos de sugestão de tratamento a mãe pede que entrem em contato pelo telefone: (66) 99924-0846.
MATO GROSSO
Black Princess inova em 2026 com estreia de sua primeira Zero Álcool e versão em lata para cervejas especiais
Atenta aos novos hábitos de consumo, a Black Princess, marca premium e centenária do Grupo Petrópolis, lança a sua primeira cerveja 0% álcool. A novidade marca a entrada da marca na categoria zero álcool e reforça sua estratégia de inovação alinhada às transformações do mercado.
A Black Princess Zero é uma puro malte sem glúten, inspirada na já reconhecida Black Princess Gold, e chega ao mercado em garrafa long neck de 330 ml.
O lançamento amplia o portfólio da marca ao oferecer uma alternativa para consumidores que buscam novas possibilidades de consumo, sem abrir mão de qualidade, sabor e sofisticação.
O movimento acompanha o crescimento acelerado da categoria zero álcool no setor cervejeiro. Desde 2023, a categoria premium concentra 62% do volume de cervejas zero álcool no Brasil, segundo dados da Nielsen, refletindo mudanças importantes no comportamento do consumidor.
“O mercado de cervejas zero cresce de forma expressiva e representa uma oportunidade estratégica importante para o Grupo Petrópolis. Somente entre 2023 e 2024, a produção dessa categoria no Brasil cresceu mais de 500%, sendo um cenário fértil e competitivo. Com Black Princess Zero, ampliamos a presença de marca em novas ocasiões de consumo, conectando tradição e inovação a um público cada vez mais atento às suas escolhas”, afirma João Netto, diretor de Marketing e Trade do Grupo Petrópolis.
Tradição na lata: mais inovações no portfólio
Ao lado de Black Princess Zero, sem álcool e sem glúten, mais inovações são apresentadas: pela primeira vez em sua história, as cervejas Doctor Weiss e a Let’s Hop IPA passam a ser comercializadas em lata 350 ml.
Desde a fundação da marca, em 1882, as cervejas especiais de Black Princess foram envasadas em garrafas de vidro de 600ml. Agora, a chegada das latas representa um novo passo para ampliar a presença em diferentes ocasiões e atender à evolução do mercado.
A Doctor Weiss é uma cerveja de trigo do estilo Kristall Weinzen, refrescante e saborosa. Possui coloração dourada brilhante, além de uma espuma cremosa e notas marcantes de banana e cravo, que entregam uma experiência refrescante e equilibrada. É a cerveja mais premiada do Grupo Petrópolis, com reconhecimentos nacionais e internacionais.
Já a Let’s Hop, é uma IPA intensa e aromática, com maior dosagem de lúpulo e dry hopping, que revela notas herbais, cítricas, florais e condimentadas. Tem sabor marcante, de cor amarelo dourado intenso, amargor agradável, seco e permanente.
A novidade está conectada à expansão da comercialização das cervejas especiais em lata, formato que vem ganhando força entre os consumidores brasileiros nos últimos anos.
“Desde 2024, a lata passou a ser a embalagem mais consumida no segmento de cervejas especiais e hoje concentra mais de 50% do volume do mercado. Mais do que uma evolução que une praticidade, identidade premium e a tradição de Black Princess, preservando características já valorizadas pelo público, ter nossos principais rótulos também nessa embalagem apoia nossa estratégia de conquistar mais penetração em novos canais e ocasiões de consumo, criando oportunidades de experimentação”, reforça João Netto.
Com os lançamentos, Black Princess reforça sua conexão com consumidores que valorizam tradição, inovação e novas experiências, mantendo seu olhar voltado para tendências que ajudam a construir o futuro da categoria premium.
SOBRE A BLACK PRINCESS – Produzida em uma fábrica localizada na cidade de Teresópolis, a Black Princess surgiu em 1882 e desde então vem conquistando os mais exigentes apreciadores de cerveja. Hoje conta com nove rótulos: Black Princess Gold, Black Princess Zero, Black Princess Dark, Doctor Weiss, Let’s Hop IPA, Miss Blonde, Back to the Red, Tião Bock e Black Princess APA-82. Saiba mais sobre a cerveja em www.cervejablackprincess.com.br e @cervejablackprincess
SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br
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