MATO GROSSO
Mês da Primeira Infância é lembrado com ações educativas nas unidades socioassistenciais
MATO GROSSO
Dedicado à Primeira Infância, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, durante o mês de agosto, realiza ações voltadas aos cuidados com as mães e gestantes assistidas pelo Programa Criança Feliz. A proposta tem como objetivo atingir um maior percentual de mulheres sobre o assunto e apresentar o trabalho desenvolvido no município. Foi elaborado um cronograma de atividades nas unidades socioassistenciais. Primeira Infância é o período da vida que vai da gestação até os seis anos de idade.
As primeiras atividades já foram realizadas nas unidades dos Centros de Referência de Assistência Social – CRAS dos bairros CPA, Jardim Araçá e Jardim União, entre os dias 14, 15 e 16 de agosto. A programação seguirá até o dia 23, com atividades em grupo, como palestras e rodas de conversa.
Trata-se de um período crucial no desenvolvimento humano que abrange desde o nascimento até os seis anos de idade. “Durante esse período, as bases para o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e físico são estabelecidas, moldando os alicerces de um futuro saudável e bem-sucedido”, disse a coordenadora do Programa Criança Feliz em Cuiabá, Michelle Machado.
“Além disso, a primeira infância desempenha um papel fundamental na formação de relacionamentos saudáveis. As interações com cuidadores e outros membros da família nessa fase inicial ajudam a criar laços afetivos e a construir uma base segura para a criança”, elencou Michelle.
As mulheres assistidas nos Centros de Referência de Assistência Social dos bairros Pedregal, Planalto, Pedra 90 e Nova Esperança também irão receber a visita das equipes técnicas. Os encontros serão realizados nos dias 21, 22 e 23, respectivamente, sempre no período vespertino, a partir das 14h.
Programa Criança Feliz – O Programa Criança Feliz é uma importante ferramenta de integração entre a Rede. Para realizar o atendimento às famílias beneficiárias do programa, a equipe de colaboradores deve estar totalmente informada sobre os programas e serviços oferecidos pelo CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) e Rede, e vice-versa, proporcionando conhecimento e interação de qualidade em prol dos principais objetivos do programa: o desenvolvimento infantil e o fortalecimento do vínculo familiar.
A atuação do programa tem uma contribuição fundamental para o desenvolvimento integral da criança, bem como para o fortalecimento do vínculo familiar. O programa visa o desenvolvimento integral na primeira infância, de 0 a 3 anos, porque é o momento em que vemos a criança aprendendo coisas novas e também o fortalecimento do vínculo familiar, com o estreitamento dos laços familiares.
O último relatório de atendimento aponta que a iniciativa do Governo Federal contempla 1.080 famílias, sendo 03 crianças beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC), 98 gestantes e 978 crianças de 0 a 3 anos de idade. O programa é executado nas unidades dos Centros de Referência de Assistência Social nos bairros Jardim Araçá, CPA, Jardim União, Pedregal, Planalto, Pedra 90 e Nova Esperança.
Em Cuiabá, as ações do Programa Criança Feliz foram implementadas por meio do Plano de Ação da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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