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MT Hemocentro celebra aniversário com mais de 760 mil doações de sangue e investimentos de R$ 28 milhões

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O MT Hemocentro celebra nesta quarta-feira (15.03) 29 anos de serviço prestado à população de Mato Grosso. Ao longo desses anos, o único banco de sangue público do estado recebeu 765.008 doações, beneficiando milhares de pacientes em tratamento na saúde pública dos 141 municípios.

Com o objetivo de manter e aprimorar os atendimentos prestados, o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), investiu nos últimos três anos cerca de R$ 28 milhões no banco de sangue, entre construção, reformas e aquisição de materiais.

 “O MT Hemocentro é um serviço essencial para a saúde da população, visto que este é o único banco de sangue público do estado. Com objetivo de melhorar a estrutura do serviço ofertado e modernizar os sistemas, estamos construindo uma nova sede que deve ser inaugurada em breve”, informa o secretário Estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Atualmente, o banco de sangue está localizado na rua 13 de Junho, no Centro de Cuiabá. A SES está investindo cerca de R$ 20 milhões na construção da nova sede, no bairro Consil, na capital. A previsão é de que a obra seja concluída em 2024.

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Além da construção do novo prédio do MT Hemocentro, a Secretaria realizou nos últimos três anos a aquisição de uma carreta semirreboque e de um caminhão com equipamentos para a coleta de doação de sangue estimadas em R$ 4,4 milhões.

Neste período, também foi realizada a revitalização da sede atual, como obras de reforma, renovação de parte elétrica, pinturas externas e internas e a reconstrução de rampa e corrimão de acesso à unidade; essas melhorias somam R$ 210,8 mil.

Entre 2019 e 2022, ocorreu a compra de centrífugas refrigeradas para as Unidades de Coleta e Transfusão de Água Boa, Cáceres, Colíder, Juína, Sinop, Rondonópolis, Alta Floresta, Barra do Garças, Juara, Tangará da Serra, Sorriso e Primavera Do Leste. A aquisição foi avaliada em R$ 3,5 milhões.

Celebração

Em comemoração ao aniversário do MT Hemocentro, a unidade realiza nesta quarta-feira uma programação especial com diversas homenagens aos servidores, doadores e entidades parceiras de campanhas de doação de sangue.

A diretora do MT Hemocentro, Gian Carla Zanela, destaca que são quase 30 anos de história. “Não há palavra que define a emoção de ver o sangue sendo doado e recebido. É emocionante ver a vida voltando para o seu próximo. É fundamental que as pessoas que estejam bem de saúde venham ao MT Hemocentro para doar sangue voluntariamente e nos auxiliar a salvar vidas”, ressalta a diretora.

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Atualmente, já são quase 900 mil doadores cadastrados pelo MT Hemocentro e Hemorrede. As doações beneficiaram todos os hospitais e prontos-socorros públicos dos 141 municípios.

Serviço

Para agendar a doação de sangue, acesse o Sistema de Agendamento do MT Hemocentro neste link. O voluntário também pode agendar as doações pelo telefone (65) 98433-0624 (WhatsApp, ligação ou mensagem) ou pelo número (65) 3623-0044, ramais 211 e 221.

Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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