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Nova praça de Chapada dos Guimarães não terá nenhuma árvore cortada e projeto foi aprovado pelo Iphan

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O projeto de revitalização da Praça Dom Wunibaldo e entorno, em Chapada dos Guimarães (66 km de Cuiabá), vai manter todas as árvores originais da área. No projeto, também está prevista a construção de atrativos, como fonte luminosa, playground, bancos em dois níveis e com bicicletário e paisagismo.

Além da reforma na praça, será feita a revitalização da Rua Quinco Caldas, no trecho que compreende o posto de combustíveis até a Rua Cipriano Curvo, que ganhará cobertura, ampliação da calçada e paisagismo.

“Nenhuma árvore da praça será cortada e as áreas serão melhores aproveitadas para que os moradores e turistas usufruam de todo esse espaço histórico de Chapada. É um grande investimento para alavancar ainda mais o potencial turístico do município e região”, afirmou o secretário adjunto de Turismo, Jefferson Moreno.

Ele também explicou que o projeto seguirá a estética da Igreja Matriz Santuário de Sant’Ana, mantendo o perfil histórico, “mas com um toque de modernidade, como, por exemplo, o piso com acessibilidade e drenagem, além de ter cor clara para não destoar das cores da igreja”.

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Toda a reforma no local teve aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e licenças da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Todos os setores municipais também foram ouvidos em audiências públicas no município, como a prefeitura, Câmara de Vereadores, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e o padre José, que administra a igreja matriz.

“Todos que foram ouvidos aprovaram o projeto de reforma e revitalização da praça e Rua Quinco Caldas, destacaram que realmente foi pensado para o turista, com qualidade e mantendo a história local”, lembrou Jefferson.

A obra terá investimento total de R$ 14,5 milhões, em que estão inclusas todas as intervenções e melhorias necessárias, tanto na praça, quanto no entorno.

A licitação para contratar a empresa responsável foi lançada no último dia 13 de abril. A obra será executada pela Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra), com recursos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), por meio da Secretaria Adjunta de Turismo e parceria com Secretaria Adjunta de Cidades.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Cesar Miranda, destacou o volume de ações voltadas ao turismo no Estado.

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“O turismo de Mato Grosso está em franca recuperação com a injeção de recursos do governo do Estado. São cerca de R$ 150 milhões em obras que irão atender praticamente todos os municípios com potencial turístico”, concluiu Cesar.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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