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“O governo tem olhado para esta região e entendido o potencial econômico e humano”, afirma prefeito de Paranaíta

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As obras e ações realizadas pelo Governo em Mato Grosso são destacadas pelos prefeitos nas redes sociais. Entre as ações acompanhadas pelos prefeitos estão a instalação de aduelas de concreto, convênios para asfalto nas cidades, construção de pontes e novas estradas.

O prefeito de Paranaíta, Osmar Moreira, destacou em uma publicação a obra de asfaltamento da MT-206, entre o município e Apiacás. Com as obras para asfaltar os 124 km da rodovia, Apiacás finalmente terá um acesso por via pavimentada ao restante do Estado, mudando a história da cidade e também da região.

“Temos um grande volume de recursos destinados para essa região, com trabalhos realizados em pontes, estradas e melhoramento da infraestrutura regional. O Governo tem olhado para esta região com bons olhos e entendido o potencial existente em crescimento da agricultura, pecuária e no desenvolvimento humano” afirmou o prefeito.

Em Guiratinga, a prefeitura municipal destacou o convênio firmado para recuperação de asfalto na cidade. No total, serão investidos R$ 8,7 milhões, contemplando 100% das ruas do município.

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O prefeito Barga Rosa também visitou as obras para asfaltar a MT-110, entre Guiratinga e Alto Garças, importante para o desenvolvimento da região. “Queremos agradecer esse importante investimento que precisa ser creditado ao governador Mauro Mendes e à Sinfra-MT”, disse.

O programa de substituição de pontes de madeira por aduelas de concreto tem feito a diferença para o município de Curvelândia. O prefeito Jadilson Alves agradeceu a entrega das aduelas, que estão sendo utilizadas para canalização na comunidade rural de Novo Panorama. O vídeo divulgado mostra o aterramento para os bueiros. Segundo o prefeito, depois desse, outros dois serão executados.

A obra de construção da nova ponte de concreto sobre o rio Beija-Flor, na MT-235 foi destacada pelo prefeito de Santa Rita do Trivelato, Egon Hoepers. “A ponte de concreto é um desejo antigo de produtores do município e a população que trafega na rodovia”, disse. Com 40,5 metros de extensão, a obra recebe um investimento de R$ 2,8 milhões do Estado, em recursos próprios.

Em Santo Antônio do Leste, o vice-prefeito Angelo Passos agradeceu pelos serviços de manutenção da MT-336 “que vai proporcionar qualidade de vida para a nossa população”. Os serviços fazem parte dos contratos de manutenção que a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) mantém em todo o Estado.

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Por fim, o prefeito de Querência, Fernando Gorgen mostrou que as obras na MT-243, o asfaltamento para a estrada que liga aos Pingos D’Água e de uma ponte de concreto sobre o Rio Darro, na MT-109, “estão a todo vapor”, graças a parceria com o Governo do Estado.

Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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