MATO GROSSO
Operação Carnaval terá reforço de 1,2 mil policiais militares em toda baixada cuiabana
MATO GROSSO
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, destacou a importância do reforço do policiamento durante as festividades do feriado prolongado, devido ao grande número de aglomeração de pessoas, e que essa operação só foi possível a partir dos importantes investimentos aplicados na Segurança Pública por parte do Governo do Estado nos últimos anos.
“O Carnaval é uma festa que ocorre praticamente em todo país e a Polícia Militar, dentro das suas atribuições, irá garantir a segurança do público no nosso Estado, em especial na Baixada. Temos um importante número de militares nas ruas, de diversas unidades especializadas empregadas, uma frota renovada e equipamentos de ponta, que garantirão melhor desempenho do policial militar nas ruas”, afirmou.
De acordo com o comandante do 1º Comando Regional, coronel PM Wankley Corrêa Rodrigues, o reforço do policiamento ocorrerá em Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Acorizal, Santo Antônio do Leverger, Barão de Melgaço, Nova Brasilândia e Planalto da Serra.
A operação tem como objetivo realizar o policiamento ostensivo geral em locais públicos, destinados ao Carnaval de rua e eventos religiosos, em todas as áreas de circunscrição do 1º Comando Regional, por meio de bloqueios e fiscalização para inibir a prática de crimes de trânsito, furto e roubo de veículos, bem como, a apreensão de armas de fogo e drogas, comuns nesse período.
Conforme o coronel Rodrigues, além do policiamento ostensivo e preventivo, a Polícia Militar também dará suporte a equipe de segurança privada no controle de acesso durante a realização de fiscalização com detector de metal e revista, visando restringir a entrada de objetos de porte pessoal, armas, facas, garrafas de vidro, e entre outros, que possam causar algum dano ao folião.
“Durante esse período de festividades, estaremos maximizando nossas atividades com emprego de policiamento ostensivo a pé, motorizado em todos os pontos de concentração de público, locais de desfiles, bailes populares e encontros religiosos, por meio de ações preventivas e/ou repressivas visando a garantia da ordem pública e a tranquilidade do público”, destacou.
Além do efetivo policial dos batalhões de área, equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran), Policiamento Montado (Cavalaria) e Proteção Ambiental (BPMPA), reforçarão os efetivos de rua, bem como as companhias de Força Tática, Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) e alunos-soldados em formação.![]()
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
-
POLÍTICA MT5 dias atrásVereador Alex Rodrigues busca em São Paulo soluções para despoluição do Rio Coxipó
-
MATO GROSSO4 dias atrás“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
-
MATO GROSSO4 dias atrásCredores denunciam irregularidades no processo de recuperação judicial do Grupo Cella