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Pesquisa SENSOR: Kalil lidera reeleição em VG com 31,30% e Flavia Moretti surpreende com 16,04%

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Pré-candidato à reeleição, o prefeito Kalil Baracat (MDB) lidera pesquisa de intenções de voto conforme o instituto Sensor, com 31,30%. 0 emedebista aparece na frente da advogada bolsonarista Flavia Moretti (PL). que registrou 16,04%. Em terceiro, aparece a sindicalista Leliane Borges, com 3,31% Brancos e nulos somam 10,31% e 39,04% se disseram indecisos. A pesquisa ouviu 550 eleitores entre os dias 15 e 18 de maio e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-014441/2024. 0 intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 4,17% para mais ou para menos.

Pesquisa SENSOR: Kalil lidera reeleição em VG com 31,30% e Flavia Moretti surpreende com 16,04%

Apesar de liderar na modalidade espontânea, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados, Kalil é apontado como
prefeito de figuração. Isso pelo fato de 50,28% dos entrevistados afirmarem que o senador Jayme Campos (União) é quem.de
fato, manda na prefeitura.
Outros 10,68% apontam que é o deputado estadual Júlio Campos (União) quem dá as cartas na gestão municipal. Apenas 9.58% dos entrevistados disseram acreditar que Kalil tem pleno poder na prefeitura. Outros 2.39% apontam os vereadores e 27,07% não sabem ao certo.

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Kalil foi lançado prefeito em 2020 sob as bençãos da família Campos, após dois mandatos da ex-prefeita Lucimar Campos
(União). Agora em 2022, a aliança é mantida e os irmāos Jayme e Júlio devem indicar o vice na chapa do emedebista.
Esta é a primeira pesquisa do Sensor realizada sobre as eleições de outubro em Várzea Grande. Outro levantamento, realizado em
março pelo Instituto Mais (MT-01189/2024), mostra Kalil com 48,8% (queda de 17,5%). Flavia registrou 9,5% e Leliane, 6,6%.

Fonte: Olhar Direto

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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