MATO GROSSO
Petra e Black Princess conquistam medalhas de ouro e bronze na III Copa Sul-Americana de Cerveja
MATO GROSSO
Cervejas especiais do Grupo Petrópolis – maior cervejaria com capital 100% nacional – conquistaram medalhas de ouro e bronze na III Copa Sul-Americana de Cerveja, um dos principais concursos internacionais de cerveja realizado no Brasil, em Bento Gonçalves (RS). Na noite de premiação realizada na sexta-feira (06), a Petra Origem Premium ganhou a medalha de ouro na categoria American-Style Dark Lager, enquanto a Black Princess Doctor Weiss conquistou bronze na categoria South German-Style Kristal Weizen.
Organizado pela Revista da Cerveja, a premiação reconhece os melhores rótulos da América do Sul, que são analisados às cegas por um corpo de jurados formado por especialistas nacionais e internacionais. As análises das cervejas seguem critérios rigorosos da Brewers Association e do Beer Judge Certification Program (BJCP), que consideram características como estilo, proposta, aroma e qualidade sensorial, garantindo imparcialidade e excelência técnica.
“Temos muito orgulho de ver o reconhecimento da qualidade de nossas cervejas especiais em um evento tão importante para o mercado sul-americano. A Doctor Weiss é uma cerveja premiadíssima, tanto nos concursos nacionais quanto em internacionais, um sucesso. Já a Petra Origem Premium mostra a criatividade de nossos mestres cervejeiros em harmonizar uma cerveja que é doce e amarga ao mesmo tempo, perfeita para quem aprecia uma bebida mais intensa”, comenta Cristiane Rosa, Head de Marketing Categorias e Consumer Insights do Grupo Petrópolis.
Nos últimos anos, as cervejas do Grupo Petrópolis ganharam mais de 40 prêmios em concursos nacionais e internacionais e os rótulos especiais têm forte presença nessa lista. Este ano, a Doctor Weiss recebeu medalhas de ouro e prata nos Concursos Brasileiros de Cerveja de Santa Catarina. Em 2023 e 2022, ela ganhou medalha de bronze no Brasil Beer Cup, um dos maiores concursos técnicos de cervejas da América Latina. A Doctor Weiss também já conquistou dois prêmios internacionais: medalha de ouro no Australian International Beer Awards (2019) e melhor cerveja brasileira no World Beer Awards no Reino Unido (2018), ambos na categoria South German-Style Kristal Weizen. A Petra Origem Premium também tem recebido prêmios nos últimos anos, como a medalha de bronze no Concurso Brasileiro de Cerveja de Blumenau (SC), o mais tradicional concurso de cerveja do país.
Conheça mais dos rótulos premiadas:
Black Princess Doctor Weiss
A Black Princess Doctor Weiss é uma cerveja de trigo com coloração dourada brilhante e espuma extremamente cremosa, reconhecida pelo frescor, leveza e sabor marcante. Com notas frutadas e de especiarias que são percebidas tanto no aroma quanto no paladar, apresenta amargor de 16 IBU, teor alcoólico de 5,2% e corpo médio no estilo Kristall Weizen. Na degustação manifesta notas de maltes especiais, ideal para harmonizar com frutos do mar, peixes e torta de banana como sobremesa. Os copos ideais para apreciá-la são: Pint e Weizen.
Petra Origem Premium
A Petra Origem Premium recebeu, no ano de seu lançamento, o prêmio London International Awards. É uma cerveja escura com sabor encorpado em uma mistura de doce e amargo, que apresenta leve aroma de malte torrado – quase achocolatado ou cafeinado. Elaborada com água de Petrópolis, malte europeu torrado e malte claro de alta qualidade, possui amargor de 13 IBU e teor alcoólico de 4,4% no estilo Dark American Lager, perfeita para quem aprecia uma cerveja mais intensa. Para apreciá-la da melhor forma, os copos americano, caldereta e lager são ideais.
Para visitar o novo site, acesse: www.grupopetropolis.com.br
SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS
O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; os drinks prontos Cabaré Ice, Crystal Ice, Fest Drinks by Itaipava e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy Drink e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e Tônica Petra; o isotônico TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis Estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais no link e em @grupo.petropolis nas redes sociais. O Grupo é patrocinador da SoulCode Academy desde a primeira turma da edtech, em 2020, estando presente como apoiador dos bootcamps e cursos livres desde então
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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