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PF flagra esquema de comércio de notas falsas em MT e deflagra operação

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (06), na cidade de Sapezal, a Operação “Posted Money”, com a finalidade de reprimir o comércio e circulação de moeda falsa no município. 

As investigações decorrem do trabalho realizado pela Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da Superintendência da Polícia Federal no Estado de Mato Grosso, a Unidade Especial de Repressão à Falsificação de Moeda (UERF) e a Coordenação de Segurança Corporativa dos Correios. Durante a fase ostensiva da operação, são cumpridos 3 mandados de busca e apreensão expedidos pela 7ª Vara Federal da Seção Judiciária do Mato Grosso. 

Segundo o apurado, os investigados recebiam pelos Correios notas falsas adquiridas de laboratórios localizados em outros Estados da Federação. No curso das investigações, foram apreendidas três encomendas postais contendo mais de R$ 7,5 mil em moeda falsa. 

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de moeda falsa (Art. 289, §1º, do Código Penal) e Associação Criminosa (Art. 288, do Código Penal), cujas penas, somadas, podem chegar até 15 anos de prisão.

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A operação foi nomeada “Posted Money”, termo em inglês, que traduzido para o português significa “dinheiro postado”.

FONTE/ REPOST: REDAÇÃO FOLHAMAX 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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