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Polícia Penal apreende 115 itens eletrônicos e mais de 60 porções de drogas na Penitenciária Mata Grande

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Policiais penais apreenderam mais de 60 porções de drogas e 115 produtos eletrônicos durante a Operação Desmonte, finalizada no início da tarde desta terça-feira (04.04), na Penitenciária Major Eldo de Sá Correia (Mata Grande), em Rondonópolis (210 km ao Sul de Cuiabá).
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Segundo o diretor da unidade Ailton Ferreira, a operação envolveu mais de 50 policiais penais e teve início às 6h com a retirada de todos os presos dos raios “III ID” e “III SD” para a quadra da unidade prisional e a manutenção dos mesmos em procedimento de disciplina.

Imediatamente, outras equipes iniciaram, com apoio de cães farejadores do canil, uma revista minuciosa em todas as celas na busca de ilícitos escondidos. Durante a inspeção foram apreendidos os seguintes materiais: 44 aparelhos celulares, 21 chips, 25 carregadores, 25 fones de ouvido, 58 porções de substância aparentando ser maconha e 10 porções de substância aparentando ser pasta base de cocaína.

“A operação foi finalizada por volta das 13 horas, desta terça-feira, após os presos retornaram para as celas sem nenhuma alteração”, informou o diretor da Mata Grande, que destacou os esforços de todos os policiais para a retirada dos ilícitos e a manutenção da ordem e disciplina na penitenciária.

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Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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