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Por R$ 4,5 milhões, Deyverson troca o Cuiabá pelo Atlético – MG

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O atacante do Cuiabá Deyverson, de 33 anos já está de malas prontas para trocar a camisa do Dourado pelo Atlético- MG. O clube cuiabano aceitou a proposta de R$ 4,5 milhões do galo para liberar o jogador.

A expectativa é que Deyverson firme a parceria com o Atlético – MG até 2025. Ele substituirá Hulk no Atlético – MG, o jogador teve que se afastar após uma lesão na panturrilha direita.

De acordo com O Globo Esporte, a contratação de Deyverson pode ser formalizada a qualquer momento.

O Cuiabá perdeu do time do Vitória por 1×0 na partida deste sábado (03). Esse já é o 7º jogo que o atacante Deyverson não joga e existem grandes possibilidades do atacante não participar também da próxima partida do Dourado.

A lesão de Hulk, que deve afastá-lo por pelo menos 30 dias, fez com que o Atlético-MG revisse sua necessidade de reforços. O técnico Gabriel Milito havia destacado a importância de contar com um centroavante no elenco, especialmente para situações de jogo aéreo, e Deyverson paode ser a peça que faltava.

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Deyverson estava relacionado para o jogo contra o Vitória, mas foi cortado de última hora devido a um desconforto muscular. No Cuiabá desde 2022, ele participou de 22 partidas nesta temporada, marcando dez gols e anotando sete assistências. Em 2024, o atacante enfrentou momentos de instabilidade no Cuiabá e expressou seu desejo de ser negociado.

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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