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Prefeito de Nova Bandeirantes participa de Seminário Nacional pela Alfabetização, em Brasília

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Brasília sedia, até esta quarta-feira (20.09), o Seminário Nacional pela Alfabetização 2023, um dos maiores eventos sobre o processo para alfabetizar crianças do país. Com apoio do Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação (Consed), o evento pretende mostrar como as parcerias com estados e municípios produzem resultados eficientes na alfabetização infantil.
 
O seminário, que teve início na terça (19), reúne desde educadores renomados internacionalmente a especialistas em políticas públicas, professores, alfabetizadores, prefeitos, membros das secretarias municipais e estaduais, governadores e ministros.

O prefeito de Nova Bandeirantes, César Augusto Périgo participou do evento que tem como objetivo a construção de uma agenda nacional para a alfabetização; a importância da mobilização social em prol desse compromisso coletivo; e o papel crucial dos poderes executivo e público envolvidos no evento, na concretização desse objetivo. 

A discussão passa, ainda, pela formação de professores e pelo desenvolvimento de materiais didáticos e pelo currículo.

Fonte: Educação

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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