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Prefeito e primeira-dama lamentam falecimento de estudante

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro e a primeira-dama Márcia Pinheiro, lamentam o falecimento do estudante da rede pública municipal de educação em Cuiabá, João Pedro da Silva Leite (4 anos), na madrugada desta quinta-feira (9), por complicações  cirúrgicas.

A secretária municipal de Educação, Edilene de Souza Machado, externou seu pesar e sentimento pela dor dos familiares e amigos do pequeno João Pedro.

O estudante estava matriculado na Pré-Escola, da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Ministro Marcos Freire, localizada no bairro Jardim dos Ipês, Regional Sul.

“Nossos mais profundos sentimentos aos familiares. Que nosso Senhor Bom Jesus de Cuiabá esteja ao lado e ampare a família e amigos nesse momento de dor tão profunda”, disse o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.

 

O velório está acontecendo na  Capela Dom Bosco, sala 2. A família não divulgou informações sobre o sepultamento.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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