MATO GROSSO
Presidente do Conselho de Segurança de Chapada é preso por violência doméstica
MATO GROSSO
A Polícia Civil em Chapada dos Guimarães prendeu em flagrante, na segunda-feira (29), o presidente do Conselho de Segurança de Chapada (Conseg), Luis Augusto Crivellaro, por violência doméstica e descumprimento de medida protetiva.
Ao Alô Chapada, o delegado Marlon Luz revelou que vai representar pela prisão preventiva do suspeito, pelo fato dele já responder a um processo na Justiça, desde o ano de 2020, também por acusação de violência doméstica contra outra companheira.
A vítima, que não terá a sua identidade revelada, procurou a Polícia para relatar que estava sendo alvo de injúrias, agressões verbais, ameaças e perseguição por parte do suspeito. Ela disse que durante o relacionamento e também após o término, sempre foi humilhada pelo suspeito, que a diminuía, dizendo que caso ele a deixasse, ela voltaria a viver na ‘miséria’, além de outras agressões e até suspeita de cárcere privado.
No último dia 22 de maio, a jovem registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil e pediu uma medida protetiva, que foi concedida pela autoridade policial. No entanto, no fim de semana, o presidente do Conseg voltou a circular nas imediações da casa da ex-companheira, além de difamar a vítima para a sociedade.
PJC
Delegado da Polícia Civil Marlon Luz
“Ele foi preso em flagrante e constatamos que ele já responde a um processo judicial, sob a mesma acusação, fato que é mais grave ainda. Então, vamos representar pela prisão preventiva. Neste caso, é necessária uma medida mais forte para que a violência seja coibida. Eu não admito nenhum tipo de violência, e muito menos dessa forma. Nenhum tipo de violência pode ser ignorada, sabemos onde esses casos chegam e, por isso, vamos agir nos rigores da Lei”, avisou o delegado Marlon Luz, que assumiu em fevereiro deste ano a delegacia de Chapada dos Guimarães.
A reportagem não conseguiu contato da defesa do suspeito, o espaço segue aberto.
A audiência de custôdia deve ocorrer nesta terça-feira, no Fórum de Chapada.
PEÇA AJUDA
A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 presta uma escuta e acolhida qualificada às mulheres em situação de violência. O serviço registra e encaminha denúncias de violência contra a mulher aos órgão competentes, bem como reclamações, sugestões ou elogios sobre o funcionamento dos serviços de atendimento.
A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. São atendidas todas as pessoas que ligam relatando eventos de violência contra a mulher.
O Ligue 180 atende todo o território nacional.
Em Chapada dos Guimarães o número para contato é (65) 99989-9134 o boletim de ocorrência sempre deve ser registrado.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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