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Primeira-dama é madrinha do projeto que incentiva a inclusão do autismo na escola

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A premissa da educação inclusiva é garantir que todos tenham acesso ao ensino de qualidade, propondo igualdade de oportunidades e a valorização das diferenças. A inclusão é uma das bandeiras defendidas pela primeira-dama do Estado Virginia Mendes. Nesta segunda-feira (17.10), ela comemorou a implantação do ‘Projeto Autismo na Escola’ por meio do curso de formação promovido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Secretaria de Ação Social e Cidadania (Setasc) e apoio da Unidade de Apoio a Família (UNAF).

“O objetivo desse projeto é assegurar o acesso, a participação e a aprendizagem de todos, sem exceção. Ver a interação das nossas crianças, jovens e adolescentes no ambiente escolar ou, em qualquer outro espaço da sociedade é um sonho que precisamos concretizar cada vez mais”, pontuou Virginia Mendes, que por motivos particulares não pode participar da abertura das oficinas.

O Projeto Autismo na Escola tem a finalidade de envolver toda a comunidade escolar, incluindo os pais dos alunos. Idealizado pela psicóloga Dra. Érica Rezende Barbieri, que além de profissional na área de psicologia e psicopedagogia, também é mãe de autistas, o que acabou sendo um diferencial na sua larga experiência clínica

“Há dois anos quando conheci o projeto piloto que a Dra. Érica Rezende desenvolveu com a cartilha “Autismo Sonho e Menino”, fiquei maravilhada. A história dela com os filhos autistas é linda. Ela luta há anos pela inclusão dos seus filhos e pela conscientização do autismo por todo Brasil. No ano passado fizemos o lançamento oficial da cartilha com o apoio do Governo do Estado por meio da Seduc”, contou Virginia.

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O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destacou a participação da primeira-dama no projeto. “Dona Virginia é a madrinha do projeto, ela sempre deixou bem claro que as ações de inclusão são essenciais. Com a participação ativa da primeira-dama todas ações ganham mais força, ela consegue envolver parceiros e isso é motivador”, ressaltou o secretário.

No estado 1.600 alunos matriculados na rede estadual precisam de atendimento especial. A coordenadora de Educação Especial da Seduc, Thaís Crestani, explicou sobre o primeiro passo da formação.

“Os diretores regionais de educação serão os multiplicadores do projeto, compartilhando o conhecimento com os diretores escolares, professores, coordenadores, pais e alunos, para que o máximo de conhecimento seja alcançado e os alunos que têm Transtorno do Espectro Autismo (TEA) sejam de fato incluídos no processo de aprendizado e de socialização escolar. A distribuição das cartilhas vai ajudar nesse processo de conscientização, porque é uma linguagem de fácil entendimento”, explicou a coordenadora.

A chefe de gabinete da Unidade de Apoio a Família (UNAF), professora Julieta Domingues, representou a primeira-dama Virginia Mendes na abertura das oficinas. Segundo Julieta, o início do projeto com a formação dos profissionais da educação é motivo de comemoração.

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“A primeira-dama está muito feliz com os passos desse projeto, um momento muito esperado por ela. Foram muitas reuniões, e com a primeira-dama as pautas não são discutidas somente de maneira técnica, são reuniões de coração para coração, de mãe para mãe, ela consegue sentir o anseio das pessoas. Esse é um momento fabuloso, de conquista e a escola sai na frente. É no contexto de respeito e comprometimento que a primeira-dama tem conduzido todas as interlocuções para que de fato as políticas públicas sejam devidamente aplicadas”, pontuou Julieta.

Após as oficinas as cartilhas orientativas serão distribuídas, os profissionais serão habilitados e a partir do próximo ano todas as escolas da rede estadual estarão aptas a executar o projeto.

Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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