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Programa SER Família entrega cestas básicas e kits para famílias de Rondonópolis

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O Programa Ser Família Solidário, desenvolvido pelo Governo de Mato Grosso, entregou 1.600 cestas de alimentos e kits com produtos de higiene e limpeza famílias em situação de vulnerabilidade do município de Rondonópolis (a 220 km de Cuiabá) nesta terça-feira (28.02) e quarta-feira (1º.03). O programa é gerido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf), sob a direção voluntária da idealizadora dos projetos sociais, a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.

As entregas foram feitas por meio das instituições cadastradas, o Oratório Salesiano Filhos de Dom Bosco e a União Rondonopolitana de Associação de Moradores de Bairro (Uramb). 

“Retomamos as entregas do SER Família Solidário pelas entidades filantrópicas, e os municípios por meio das Secretarias de Assistência Social também serão contemplados. Quero agradecer de coração a parceria com as entidades de Rondonópolis, especialmente pelo trabalho de responsabilidade que desenvolvem no social. Esse trabalho só é possível porque contamos com o apoio incondicional do governo, que aplica corretamente os impostos beneficiando as pessoas que mais precisam, e ainda agradeço de coração o trabalho que a secretária-interina Grasielle Bugalho tem desenvolvido na Setasc e toda a equipe da secretaria, a segurança pública que também nos dá apoio e a minha equipe da Unaf”, ressaltou a primeira-dama Virginia Mendes.

Para a presidente da Uramb, Nilza Maria Nunes Siqueira, a parceria da primeira-dama Virginia Mendes, nos três anos de pandemia fez a diferença na vida das famílias carentes de Mato Grosso.

“É importante esse apoio, desse olhar que ela e o governador tem com os municípios. A gente sempre cobrou isso dos governos anteriores. E a gestão do governador Mauro Mendes nesses quatro anos fez a diferença nos quatro cantos desse estado, trabalhando forte e levando dignidade para o nosso povo. É um governador e uma primeira-dama comprometidos em trabalhar para as famílias que mais precisam”, afirmou.

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SER Família Solidário

A aposentada Adelina Araújo comemorou a doação de alimentos. Ela e o irmão são beneficiados com a cesta básica. “É a terceira vez que recebo a cesta. E essa ajuda é muito importante não só para mim, mas para muitas famílias. Que Deus abençoe a todos vocês por essa benção de hoje”, disse.

De acordo com Glória Maciel, moradora do bairro Jardim do Sol, que também foi receber os alimentos, com a pandemia a sua família, composta por três pessoas, passaram por muitas dificuldades. “Ainda não conseguimos ajustar as coisas na minha casa, aos poucos a gente vai ajeitando. Então essa cesta básica faz toda a diferença o momento”.

A secretária interina de Estado de Assistência Social e Cidadania, Grasielle Bugalho, acompanhou a distribuição das doações. Segundo ela, essa é uma das ações integradas com o governo, por meio da Setasc e da Unaf, para atender a população.

“É um orgulho para a gente porque essa é uma ação continua do Governo do Estado. O SER Família Solidário que é a entrega dessas cestas foi idealizado por ela a primeira-dama Virginia Mendes. E as instituições como a Uramb, que representam várias comunidades é um dos maiores parceiros porque são os presidentes de bairros, os movimentos comunitários dos bairros quem realmente sabem onde estão as pessoas que mais precisam. E isso é o que mais a primeira-dama nos cobra, que essas ações cheguem a quem mais necessita”, destacou Grasielle.    

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A secretária informou que os 141 municípios vão receber as cestas básicas de alimentos e kits de produtos de higiene e limpeza a partir de março, a cada trimestre. As cestas básicas serão retiradas na Arena Pantanal, em Cuiabá, por cada um dos municípios. A gestão municipal deve apresentar no momento da retirada o documento de autorização, constando a data e total de cestas básicas de acordo com a agenda e cronograma de distribuição informados às prefeituras. “É importante estarem atentos para o cumprimento do agendamento do seu município”, orientou.

Nesta quarta-feira, as cestas e kits serão entregues para as famílias do bairro Padre Lothar Bauchorowitz, que faz parte da Vila Operária de Rondonópolis.

A ação ainda contou com o apoio das equipes da Defesa Civil e da Política Militar, na segurança e organização no atendimento às famílias.

Entre 2020 e 2023, Rondonópolis já recebeu 49.174 cestas básicas, totalizando mais de R$ 4,3 milhões. Outras ações do Governo de Mato Grosso no município entre SER Família Emergencial, cofinanciamento, entrega de cobertores e filtros de barro e outras ações sociais somam mais de R$ 15,6 milhões destinados à assistência social no município.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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