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Secretaria de Segurança Pública deflagra Operação Integrada em Nova Mutum

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT), por meio da Região Integrada de Segurança Pública (Risp) 14 de Nova Mutum (242 km de Cuiabá), deflagrou na manhã desta quinta-feira (17.02) a Operação Integrada Risp 14, para atuar na prevenção contra os crimes de roubos, homicídios, furtos e tráfico de drogas. 

A ação, que ocorre até o dia 13 de março, conta com apoio da Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros Militar e o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

De acordo com a tenente-coronel PM do 14° Comando Regional, Cláudia Regina Soares, a operação será realizada também nos municípios de São José do Rio Claro, Diamantino, Santa Rita do Trivelato, Lucas do Rio Verde, Itanhangá e região. 

“É a primeira Operação Integrada da Risp 14 neste ano com as forças de segurança do Estado com objetivo de inibir diversos crimes em boa parte da região médio-norte”, afirma.

A delegada da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum, Angelina de Andrade Ferreira, ressaltou a importância da operação na prevenção e repreensão de crimes, devolvendo à população a sensação de segurança na região.  

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“A operação demonstra a força da segurança, reforçando o combate, a prevenção e repressão de crimes de roubo, homicídios, furtos e tráficos de drogas. Temos todo o efetivo empregado, desde a Delegacia da Mulher, a Derf, além do expediente temos quatro policiais empregados, com nossas cinco viaturas”, pontuou. 

O coordenador de Operações Integradas, tenente-coronel PM Marcus Vinícius Akira, destacou o início da operação no município e comentou sobre os índices positivos que Mato Grosso vem apresentando. 

“Iniciamos a Operação Integrada em Mato Grosso com as forças componentes da Risp 14. O Estado já vem apresentando excelentes dados com relação a diminuição de diversos índices criminais e isso é fruto tanto de investimento tecnológico, como na qualificação profissional e o comprometimento dos serviços que compõem as forças de segurança”.

O tenente do Corpo de Bombeiros Militar, Talles Emanoel, enfatizou a parceria das forças de segurança e o empenho dos bombeiros na operação. 

“O CBM juntamente com as forças de segurança pública tem como principal objetivo garantir a segurança da população e resgatar esse sentimento de segurança. Os Bombeiros vão trabalhar na prevenção contra acidentes, incêndios e pânico. Nas cinco companhias vamos demandar com efetivo de cinco militares por dia, serão duas viaturas que estarão trabalhando diuturnamente”, destacou o bombeiro militar.

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Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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