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Sede do SER Família Criança, idealizado pela primeira-dama de MT, será construída em Barra do Garças

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Na visita da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e do governador Mauro Mendes a Barra do Garças, nesta quinta-feira (04.07), foi assinado o termo de compromisso entre Estado e município para a construção da sede do SER Família Criança.

A unidade vai atender cerca de 1.000 alunos com todo suporte multidisciplinar no contraturno escolar. Os atendimentos também irão contemplar municípios vizinhos, como Pontal do Araguaia.

O investimento do Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania é de R$ 7,2 milhões.

O SER Família Criança já é uma realidade em Poconé, município localizado na Baixada Cuiabana, onde 500 crianças são atendidas diariamente no contraturno escolar.

“Essa é uma grande conquista, um projeto que já provou ser capaz de transformar e dar perspectivas aos alunos e às famílias. Em Barra do Garças e Pontal, não será diferente. Mil famílias serão impactadas com a transformação. Digo mil famílias, mas sabemos que os números serão muito maiores ao contemplar a idade máxima, novas vagas serão disponibilizadas”, explicou Virginia Mendes.

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A primeira-dama ainda citou como as oportunidades oferecidas pelo SER Família Criança têm dado resultados. “É impressionante os resultados. O projeto-piloto em Poconé é um sucesso. As crianças estão se desenvolvendo cada dia mais a partir de atividades que antes elas não tinham acesso, a exemplo das aulas de balé, de música, aprendizado com suporte cognitivo, segurança alimentar, além do carinho e da segurança que mães e pais têm de deixar seus filhos em segurança”, contou Virginia Mendes.

“Em breve, o Governo do Estado vai inaugurar essa nova unidade, e, neste período, eu e minha equipe da Unaf, bem como a secretária, coronel Grasi, acompanharemos passo a passo desta obra para entregarmos uma unidade de qualidade”, concluiu a primeira-dama do Estado.

“Dona Virginia essa obra será motivo de muito orgulho para a senhora e para a população barra-garcense, e pode ter certeza que, entre 10 e 15 anos, vamos colher os frutos. Eu sempre digo, que esse dom de ajudar o próximo é dado por Deus e a senhora nasceu com esse dom”, disse o prefeito Adilson Gonçalves de Macedo.

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Os investimentos do Governo do Estado em ações sociais encaminhados através da Setasc e idealizados pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, conforme o último levantamento, são de R$ 22,3 milhões.

“A forte atuação da primeira-dama Virginia Mendes no social, ela que é o coração deste Governo, mudou a história e a trajetória de muitas famílias desde a pandemia, com ações direcionadas, garantindo a segurança alimentar das famílias e os programas de transferência de renda a partir do SER Família, que é um dos programas sociais mais completos a nível do Brasil. Em nosso município, seremos eternamente gratos à ela e ao governador Mauro Mendes por tudo o que têm feito para a nossa população, especialmente aquelas que mais precisam”, declarou o prefeito.

Fonte: Governo MT – MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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