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Seduc promove live de capacitação do Censo Escolar na sexta-feira (01)

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) promove, nesta sexta-feira (01.04), a live de formação “Situação do Aluno – Censo Escolar 2021”. O evento é voltado para as Diretorias Regionais de Educação (DREs), Secretarias Municipais, técnicos, diretores e secretários das escolas municipais, estaduais e privadas do Estado, com o objetivo de orientar os profissionais na inserção de informações para a 2° etapa do Censo Escolar.

As unidades escolares têm até o dia 18 de abril para efetuar no sistema o preenchimento de informações sobre a movimentação dos estudantes. Nessa etapa, são preenchidos os dados sobre a movimentação dos estudantes (caso tenham sido transferidos ou deixado de frequentar as aulas, por exemplo), e o rendimento de aprendizagem (se foram aprovados ou reprovados) no ano letivo de 2021.

Organizado por meio da Coordenadoria do Censo Escolar de Mato Grosso, o encontro online abordará de maneira instrutiva como realizar o cadastro de usuário, listar turmas, como proceder em caso de alunos admitidos após o Censo Escolar, relatórios, entre outros pontos.

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A live será transmitida pelo canal da Seduc no Youtube, a partir das 8h, e conta com a participação de profissionais de mais de 2,6 mil unidades escolares de todo o Estado

Censo Escolar

Coordenado pelo Inep, em regime de colaboração com as secretarias estaduais e municipais de educação, o Censo Escolar é a principal pesquisa estatística da educação básica. Os resultados da coleta de dados da Situação do Aluno são fundamentais para o conhecimento do rendimento e movimento escolar dos alunos da Educação Básica e cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb

CRONOGRAMA DO CENSO ESCOLAR 2021 – SITUAÇÃO DO ALUNO

01/02/2022 a 17/03/2022 – Período de coleta de dados

04/04/2022 – Divulgação preliminar Educacenso

04/04/2022 a 18/04/2022- Período de Retificação

19/05/2022 – Divulgação dos dados finais

*Supervisionado pela jornalista Evelyn Ribeiro

Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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