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Seminário do Comitê da Bacia Hidrográfica Alto Teles Pires debate os desafios da gestão da água

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Estão abertas as inscrições para o 1º Seminário de Recursos Hídricos do Comitê da Bacia Hidrográfica Alto Teles Pires: O desafio da gestão da água. O evento será realizado no dia 26 de março, de forma presencial, em Sinop (a 500 km de Cuiabá), com apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

O seminário é voltado para produtores rurais, indústrias, sociedade civil e poder público. O encontro presencial será realizado na faculdade Fastech, entre 13h30 e 21h45.

Quatro palestrantes debaterão a importância dos recursos hídricos como forma de garantir sua sustentabilidade e qualidade para as atuais e próximas gerações.

Estão sendo disponibilizadas 200 vagas. Além da Sema, também apoiam o evento o Centro de Pesquisa do Pantanal e a Faculdade Fastech.

Para realizar a inscrição, clique aqui

Confira a programação abaixo:
 

  • Nédio Pinheiro – Controle de Recursos Hídricos da Sema: Outorga de Água no estado de Mato Grosso;  
  • Professor Dr. Adilson Pacheco de Souza – Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e CBH Monitora: Contribuições para decisões e planejamento em recursos hídricos
  • Prof. Drª Rafaela Teles Arantes Felipe – Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT): Água, Terra, Alimentos e Saúde: A interconexão Vital na Agroecologia e Agricultura Familiar
  • Professor Dr. Marcos dos Santos – Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat):  Canais Fluviais Urbanos: Impactos da Expansão Urbana
SERVIÇO:
1º Seminário de Recursos Hídricos do CBH Alto Teles Pires: ‘Os desafios da gestão da água’

Data: 26 de março
Horário: 13:30 às 21:45
Local: Faculdade Fastech
Inscrições: https://www.even3.com.br/i-seminario-de-recursos-hidricos-do-cbh-alto-teles-pires/

Fonte: Governo MT – MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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