MATO GROSSO
Seplag concorre a prêmios de excelência em governo digital
MATO GROSSO
O Governo do Estado, por meio dos comitês Executivo e Técnico de Transformação Digital e Inovação, coordenados pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), é finalista em duas categorias do Prêmio ABEP (Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação) de Excelência em Governo Digital – 2022. O resultado será divulgado na sexta-feira (25.11).
A Seplag concorre com duas iniciativas – Implantação do Sistema de Governança Digital do Governo de Mato Grosso, na categoria Melhor Solução de Governo Digital para Governança Digital; e XVIA-MT: Implantação de uma Alternativa Viável de Integrar o Brasil, na categoria Melhor Solução de Governo Digital Orientada ao Governo.
O projeto “Implantação do Sistema de Governança Digital do Governo de Mato Grosso” é um sistema de governança digital (SGD), estruturado para gerir a transformação digital dos serviços públicos.
Seu objetivo é promover o alinhamento, a unificação e o desenvolvimento orgânico do governo, na implementação de um modelo digital de relacionamento com o cidadão, através de uma plataforma unificada para implementar a transformação digital.
Já o projeto XVIA-MT: Implantação de uma Alternativa Viável para Integrar o Brasil visa a implementação da digitalização dos serviços, de forma integrada, para fortalecer o desenvolvimento de serviços digitais no Estado. É inspirado no projeto X-ROAD, adotado por sociedades digitais, como a Estônia e Finlândia, e tem seu conceito adaptado para o Brasil.
A proposta é que os órgãos conectados troquem dados, numa mesma rede, de forma segura, eficiente, transparente e melhorando a comunicação entre governo e sociedade para a universalização do atendimento, favorecendo a interoperação de dados entre os estados brasileiros.
Segundo o titular da Seplag, Basílio Bezerra, o governo digital se tornou prioridade na atual gestão e os projetos selecionados proporcionarão tecnologia necessária, segura e robusta, para ser a base da transformação digital em Mato Grosso.
“Participamos de diversas iniciativas importantes de alinhamento e colaboração com os demais estados, conselhos, grupos de trabalho e associações. Em todas as instâncias colaborativas, há a necessidade de compartilhamento de dados e informações. Hoje, a mesma tecnologia, que integra dados entre os órgãos do executivo, pode ser expandida para outros poderes, outras unidades da federação, setor privado e até instituições internacionais”.
O secretário adjunto de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas e coordenador do Comitê Executivo de Transformação Digital e Inovação, Sandro Brandão, destaca a importância dos projetos para levar adiante as transformações digitais.
“Fico esperançoso pelo zelo e cuidado com que a transformação digital está sendo tratada nesta gestão, pois tenho certeza de que a relação da sociedade com o governo será muito mais simples, fácil e ágil. Enfim, sob todos os prismas essas premiações são sinais de que esta pauta está muito bem conduzida em nosso estado”.
Para a coordenadora de Gestão de Transformação Digital e responsável pelo Comitê Técnico de Transformação Digital e Inovação de Mato Grosso, Carolina Grzybowski Tonucci, ter o projeto selecionado entre vários outros nesse renomado prêmio é uma oportunidade ímpar.
“Esta seleção nos fortalece e nos motiva a continuar no caminho certo. Por isso, digo a todos os servidores para participarem das premiações que buscam inovar, pois as pequenas coisas podem fazer a diferença na vida da população”.
Prêmio ABEP
Entre os 18 finalistas ao prêmio, estão iniciativas de órgãos, entidades e empresas públicas federais, estaduais e municipais de diversos estados brasileiros, que apresentam inovações tecnológicas, soluções digitais, transparência em informações, serviços públicos pela web, promoção da inclusão digital, aperfeiçoamento de processos e eficiência administrativa.
Entregue anualmente pela ABEP e pelo Ministério da Economia, o prêmio tem como objetivo estimular e desenvolver a inovação e a excelência em iniciativas de governo digital e modernização do governo no Brasil.
Saiba mais sobre o prêmio ABEP através do link: https://www.secop.org.br/Pagina/Finalistas-Premio-Governo-Digital
Prêmio Espírito Público
A Seplag, por meio dos servidores Angélica de Andrade Monteiro Costa, Flávia Pimenta de Medeiros Calmon e Washington Fernando da Silva, também concorre ao Prêmio Espírito Público 2022, que prestigia e reconhece a atuação de profissionais da administração pública, que se dedicam à promoção de serviços públicos de qualidade em todo país.
Os servidores concorrem com outros dois estados, Sergipe e Santa Catarina, na categoria Gestão de Pessoas com o projeto “Outubro Movimente: de Repente a Gente Muda a Mente – edição 2021”. O Estado vencedor será conhecido em 30 de novembro.
O Prêmio Espírito Público é um projeto da Parceria Vamos, formada pela Fundação Lemann, Instituto Humanize e República.org, com o suporte de instituições que acreditam no poder transformador do serviço público para sociedade.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
-
MATO GROSSO5 dias atrásDesequilíbrio de Poder e o Papel do Senado
-
MATO GROSSO5 dias atrásEmpresária de MT leva modelo de urbanismo de Primavera do Leste a debate internacional em São Paulo
-
MATO GROSSO4 dias atrásItaipava é a cerveja oficial da Turnê “Histórias” 2026
-
MATO GROSSO3 dias atrásJovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação