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Sesc-MT abre 19 vagas de emprego em Cuiabá e Rondonópolis

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Moradores de Cuiabá e Rondonópolis que buscam oportunidade de trabalho, podem aproveitar as 19 vagas disponíveis do Serviço Social do Comércio (Sesc-MT), que têm inscrições abertas até o dia 25 de março. Os salários variam de R$1.612,78 a R$5.703,53 e os interessados devem acessar a aba de ‘trabalhe conosco’ do site.

 

Os candidatos devem estar atentos aos comunicados do site, pois, conforme descrito no edital, a data limite para inscrição pode ser antecipada. As oportunidades de emprego são para atuação nas unidades Sesc Administração, Sesc Odonto e Sesc Dr. Meirelles (Cuiabá) e no Sesc Rondonópolis. Confira abaixo:

 

 

Cuiabá

  • Analista Administrativo – Mapeamento de Processos – 1 vaga, Sesc Administração, 40 horas, R$ 5.703,53
  • Auxiliar de Atendimento – Garçom – 8 vagas, Sesc Arsenal, 40 horas, R$ 2.150,37
  • Auxiliar de Saúde Bucal – 1 vaga, Sesc Odonto, 30 horas, R$ 1.612,78
  • Auxiliar Operacional – Manutenção e Cargas – 2 vagas, Unidades do Sesc em Cuiabá, 40 horas, R$ 1.716,72
  • Cozinheiro(a) – 1 vaga, Sesc Dr. Meirelles – Balneário, 40 horas, R$ 3.157,91
  • Dentista – Clínica Geral e Prótese – 1 vaga, Sesc Odonto, 20 horas, R$ 3.494,21
  • Técnico de Enfermagem – 2 vagas, Sesc Odonto, 30 horas, R$ 2.431,20
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 Rondonópolis

 

  • Auxiliar Administrativo – PCD – Cadastro Reserva – Sesc Rondonópolis, 40 horas, R$ 2.150,37
  • Dentista – Clínica Geral e Prótese -1 vaga Sesc Rondonópolis, 30 horas, R$ 5.241,31
  • Auxiliar de Sala – 2 vagas, Sesc Rondonópolis, 40 horas, R$ 2.150,86

 

Além da remuneração compatível com o mercado, o Sesc-MT oferece plano de saúde, vale alimentação, auxílio transporte e seguro de vida e do Cartão Sesc, que incluem acesso facilitado à:

•            Atendimento odontológico;

•            Rede Sesc de restaurantes;

•            Rede de academias de ginástica;

•            Atividades físicas e esportivas;

•            Programação cultural nos teatros, cinemas e galerias das unidades;

•            Cursos de artes e educação;

•            Rede Sesc de hotéis em todo o Brasil;

•        Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos (EJA) e educação complementar como cursos de inglês, robótica, entre outros;

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•            Atividades de recreação.

Sobre o Sesc-MT

O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados, ou a utilização de recursos públicos. Desde 1947, promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, de seus familiares e da comunidade em geral no estado de Mato Grosso.

Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e quatro unidades móveis que circulam pelos municípios do interior. O Sistema S do Comércio é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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