Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Sesp credencia pessoas físicas e jurídicas interessadas em compartilhar câmeras de monitoramento

Publicados

MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) abriu Chamamento Público para credenciamento de pessoas físicas e jurídicas interessadas no compartilhamento de imagens de câmeras do tipo OCR/LPR (sigla em inglês para Reconhecimento Óptico de Caracteres) em Mato Grosso.

O compartilhamento de imagens será feito por meio de cooperação com a Sesp e estão autorizadas a participar organizações, associações, conselhos comunitários, pessoas físicas nacionais ou estrangeiras em situação regular no país, consórcio liderado por empresas nacionais e empresas privadas, que já podem apresentar suas propostas pelo e-mail: ciosp@sesp.mt.gov.br.

Poderão ser compartilhadas imagens de câmeras fixas localizadas em vias urbanas, estacionamentos, rodovias federais e estaduais, que serão disponibilizadas ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).

O prazo para adesão ao chamamento será válido por cinco anos e terá validade pelo mesmo período, após assinatura do acordo. Após aprovadas, as propostas devem ser entregues presencialmente ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública de Mato Grosso. Endereço: Rua Júlio Domingos de Campos, s/n Centro Político Administrativo. Cuiabá – MT. CEP: 78049-927.

Leia Também:  VÍDEO: Paciente desmaia após aguardar por atendimento na UPA do Jardim Leblon em Cuiabá

O Edital completo será disponibilizado aos interessados, mediante solicitação, pelo e-mail licitacao@sesp.mt.gov.br e poderá também ser consultado no Portal de Aquisições da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag) clicando aqui.

Outras dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail: licitacao@sesp.mt.gov.br e telefones (65) 3613-5581 ou 3613-8146.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

Publicados

em

A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre mandados contra falsas investidoras que aplicavam golpes em idosos

Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

Leia Também:  Homem é preso em flagrante pela Polícia Civil após humilhações reiteradas e agressão contra vítima

Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA