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Sesp realiza cadastro biométrico de visitantes em unidades prisionais da região metropolitana de Cuiabá

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) realizou o cadastro biométrico de aproximadamente seis mil visitantes de cinco unidades prisionais da região metropolitana de Cuiabá. A implantação do sistema digital visa aumentar a segurança e evitar falsificações das Carteiras Individuais de Visitantes (CIV).

O acesso exclusivo por meio da biometria ocorre na Penitenciária Central do Estado (PCE), no Centro de Ressocialização Ahmenon Lemos Dantas, na Cadeia Pública de Várzea Grande, na Penitenciária Ana Maria do Couto e na Cadeia Pública de Chapada dos Guimarães. Essas unidades participaram do projeto piloto, que deve ser expandido para atender todas as 41 unidades prisionais de Mato Grosso.

A captação biométrica teve início há um ano e foi realizada pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária, através do Núcleo de Atendimentos aos Familiares e Visitantes, integrado a Superintendência de Políticas Penitenciárias. Somente na Cadeia Pública de Várzea Grande o cadastro ocorreu na própria penitenciária.

O secretário adjunto de Administração Penitenciária, Jean Gonçalves, destaca que o cadastramento biométrico de visitantes integra o processo de modernização e controle do sistema penitenciário de Mato Grosso. A medida tem como objetivo coibir a entrada de pessoas não autorizadas, evitando a introdução de materiais ilícitos e a prática de outros crimes.

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“O governador Mauro Mendes investiu e vem investindo no sistema prisional e a tecnologia faz parte dessa restruturação na Segurança Pública”, afirmou.

O assistente penitenciário e gestor do Núcleo de Atendimento aos Familiares e Visitantes, Ailton Garcia, afirmou que a modernização, além de evitar falsificações, traz agilidade ao processo.

Com a efetivação do cadastro biométrico no Sistema de Gestão Penitenciária, o familiar se torna apto a realizar visitas em até dez dias, enquanto com a carteira física, o prazo era superior a 45 dias.

“O cadastro biométrico de visitantes resolve um problema antigo relacionado à falsificação de carteiras de visitantes em unidades prisionais e também proporciona mais agilidade no atendimento aos familiares das pessoas privadas de liberdade”, explicou Garcia.

Serviço

Visitantes da Cadeia Pública de Várzea Grande devem fazer o cadastro biométrico na própria unidade. Os demais devem se dirigir à Central Integrada de Alternativas Penais, na Rua Coronel Peixoto, n°85, bairro Bandeirantes, em Cuiabá, de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h. É necessário fazer agendamento prévio via WhatsApp: (65) 98130-0648.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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