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“Sesp trabalha para chegar aos financiadores do Novo Cangaço”

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Encerrada caçada ao bando que aterrorizou Confresa durante a tentativa de um mega-assalto no início de abril, agora, o objetivo do secretário estadual de Segurança Pública, César Augusto Roveri, é chegar aos financiadores do bando que invadiu o interior do Estado.

 

Foram 38 dias em que os agentes de segurança de Mato Grosso se empenharam em uma operação conjunta, que culminou na morte de 18 criminosos e na prisão de mais cinco. Em entrevista ao MidiaNews, Roveri revelou que agora as invesigações entraram em uma nova fase.

 

“A operação em si, olhando no contexto geral, não terminou. Por quê? Porque a Polícia Civil continua trabalhando com informações, com investigação, com trabalho de inteligência, para chegarmos aos criminosos que participaram da organização, que participaram do financiamento desta ação criminosa”, afirmou.

 

Enaltecendo o trabalho das forças de segurança, o secretário ainda reforçou o recado deixado pelo Estado. “Não adianta vir aqui, não só para Mato Grosso, mas para esse canto do Brasil, na região Centro-Oeste, que as forças de segurança estão unidas para dar qualquer tipo de resposta à ação criminosa.”

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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