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Setasc leva serviços, atendimentos médicos e palestra contra violência doméstica à região de fronteira

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) realiza, nesta sexta-feira (21.07), o primeiro mutirão da cdadania na região de fronteira, no município de Cáceres (220 km de Cuiabá).

Idealizada pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, a ação ocorrerá em parceria com o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), unidade da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), Prefeitura Municipal, Politec, Polícia Federal e Receita Federal.

O mutirão, que contará com a presença da secretária da Setasc, Grasi Bugalho, será realizado na Escola Estadual 12 de Outubro, localizada na BR-070, km 068, próximo das comunidades Jatobá e Nova Esperança, região rural de Cáceres, das 8 às 17 horas.

Serão oferecidos serviços de foto 3×4; plastificação de documentos; 2ª via de certidão de nascimento, casamento e óbito; roda de conversa com a equipe do Ônibus lilás (assistente social e psicóloga) sobre violência contra mulher e consultas orientativas com o Procon; além de atendimentos médicos, odontológicos e de enfermagem.

Serviço
Mutirão da Cidadania – Edição Fronteira

Data: sexta-feira (21.07), das 8h às 17h
Local: Escola Estadual 12 de Outubro – BR-070 – KM 068 – Cáceres/Área Rural

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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