Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

TCE-MT foca em união institucional e capacitação para impulsionar desenvolvimento do estado

Publicados

MATO GROSSO

Os 100 primeiros dias de trabalho do conselheiro Sérgio Ricardo como presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) refletem o comprometimento com sua principal missão: erradicar as desigualdades que marcam os municípios do estado. Para tanto, uma série de parcerias foi firmada a fim de aumentar a eficiência na administração pública, fortalecer políticas públicas e garantir o desenvolvimento sustentável.

Ainda em fevereiro, o presidente foi a Brasília, onde firmou parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU) para implementar a governança pública em Mato Grosso. Na ocasião, apresentou o panorama estadual ao ministro Augusto Nardes, destacando a importância da ferramenta para os gestores. “É por meio dela que diversos países, mesmo quando enfrentam dificuldades, conseguem superar os problemas”, disse.

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
Ilustração
Ministro do TCU Augusto Nardes ministrou palestra no TCE-MT. Clique aqui para ampliar.

Já no mês seguinte, Nardes veio a Cuiabá e ministrou a palestra “O Desafio do Brasil – Governança Pública” no TCE-MT, reforçando o papel dos tribunais de contas. “A governança é a entrega dos resultados e um tribunal que trabalha com números pode ajudar nesse sentido, avaliando e monitorando o tempo todo as políticas públicas. Somente com indicadores você consegue avaliar.”

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
Ilustração
Conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, e presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho. Clique aqui para ampliar.

Pensando no fomento ao empreendedorismo e à industrialização, Sérgio Ricardo anunciou a criação de um fórum interinstitucional voltado aos temas. Em reunião com representantes da Câmara Setorial Temática de Apoio ao Empreendedorismo e às Micro e Pequenas Empresas da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), defendeu que este é um dos principais caminhos para o avanço socioeconômico do estado.

“Estamos movimentando todos os setores pelo fim das desigualdades. Na última década, segundo o IBGE, 51 municípios mato-grossenses registraram perda populacional. Essa gente foi embora em busca de oportunidades e, para resolver esse problema, só existe um jeito: nós temos que criar oportunidades nos municípios e qualificar as pessoas”, pontuou.

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
Ilustração
Conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, e presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino. Clique aqui para ampliar.

Outro exemplo exitoso do trabalho conjunto é que o TCE-MT vai ampliar sua atuação junto aos municípios durante a 17ª edição do projeto Ribeirinho Cidadão. O acordo foi firmado com o juiz-coordenador do projeto pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), José Antônio Bezerra Filho. “O interesse dos dois tribunais é o atendimento ao cidadão, que muitas vezes não consegue chegar até a justiça”, afirma Sérgio.

Leia Também:  Empresários visitam lavoura e indústria em Campo Verde para conhecer cenário de investimentos

Desenvolvida pelo Poder Judiciário e Defensoria Pública, a iniciativa atende moradores de regiões ribeirinhas com serviços de justiça, saúde, cidadania e equidade. Este ano, mais municípios serão atendidos. “O desafio de fazer um novo roteiro traz um novo comprometimento e ter o Tribunal de Contas conosco abrilhanta as ações com seriedade e probidade administrativa”, explicou o juiz.

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
Ilustração
Conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, e o procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Júnior. Clique aqui para ampliar.

Esta não é a única cooperação entre os órgãos, que, neste ano, realizarão a segunda edição do Tribunais em Ação, desta vez em Cáceres. A iniciativa, firmada com a presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino, fortalece o diálogo com os municípios, garantindo a qualificação dos gestores e a melhoria na qualidade dos serviços prestados. “Nosso papel é ir aonde o povo está, sentir as necessidades das pessoas para ver onde o dinheiro público está sendo investido”, completa o presidente.

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
Ilustração
Solenidade de posse da nova diretoria da AMM, realizada no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros. Clique aqui para ampliar.

Ao lado do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o TCE-MT vem assegurando a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/10). Além disso, a colaboração entre as instituições resultou no lançamento da cartilha “Homens que agradam não agridem”. O material, voltado ao público masculino, foi lançado no mês da mulher e visa o combate à violência doméstica e familiar.

De portas abertas para o gestor público, o TCE-MT também mantém uma importante aliança com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM). “Analisamos as contas de cada prefeito e, por isso, ressalto a coragem de quem se propôs a este cargo. As dificuldades estão em todos os níveis. Nós temos vários estados dentro de um só e nosso objetivo é mudar isso”, afirmou na posse da nova diretoria da Associação, em fevereiro.

Leia Também:  Alta Floresta suspende aulas e exige passaporte da vacina
Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
Ilustração
Presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, durante seminário na AMM. Clique aqui para a baixar a foto.

As falas foram endossadas pelo presidente da AMM, Leonardo Bortolin. “Queremos que o Tribunal, além de um órgão orientador e fiscalizador, seja ainda mais nosso parceiro incondicional, capacitando, qualificando, ouvindo e entendendo as dificuldades e os desafios de todos nós. Seguiremos ao lado do TCE na missão de buscar ferramentas que auxiliem no equilíbrio fiscal das prefeituras.”

Desta forma, se concretizou o primeiro Seminário de Formação da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM). Realizado no início de fevereiro, o evento teve foco na Nova Lei de Licitações e Contratos (Lei nº 14.133/2021). Na ocasião, também foi apresentada a cartilha “Gestão em Ano de Eleição”, material elaborado pelo TCE-MT para auxiliar os prefeitos neste último ano de mandato.

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
Ilustração
Conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, participa do Curso Gestão e Fiscalização de Contratos. Clique aqui para ampliar.

“A gestão neste período é diferente, é preciso ter mais cuidado com as questões eleitorais, econômicas, financeiras e de propaganda. Então, esse material reforça, por exemplo, que o gestor não pode se utilizar da estrutura do município para se favorecer ou para fortalecer alguma candidatura”, ressaltou o conselheiro.

O compromisso com a formação foi reforçado no curso “Gestão e Fiscalização de Contratos Administrativos”, ofertado a servidores da Saúde de Cuiabá. Ao longo dos últimos meses as ações abrangeram os públicos interno e externo com cursos sobre aspectos gramaticais aplicados ao serviço público, aprimoramento de técnicas de auditoria e treinamento do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP).

Ao enfatizar o caráter pedagógico do Tribunal, Sérgio Ricardo adiantou recentemente que a programação da Escola Superior de Contas, sob supervisão do conselheiro Waldir Teis, para 2024 tem mais de 80 cursos nas mais variadas áreas. “Onde houver servidor público, estaremos presentes. Vamos manter estas iniciativas porque queremos que todos os prefeitos tenham equipes preparadas e que também estejam sempre preparados”, concluiu.

Clique aqui e acesse a Cartilha dos 100 dias de gestão.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: imprensa@tce.mt.gov.br
Flickr: clique aqui

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  VÍDEO: Polícia Civil abre inquérito para apurar a morte de um cachorro por um PM em Cuiabá

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  VÍDEO: Quatro mulheres fazem barraco em fim de festa no domingo em rua de VG

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA