MATO GROSSO
Técnicos do Indea e do Mapa dão palestras em propriedades na fronteira para prevenir gripe aviária em MT
MATO GROSSO
Técnicos do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estão percorrendo os principais municípios de Mato Grosso com cuja a avicultura comercial é expressiva, para promover palestras de orientação quanto aos cuidados de prevenção e identificação da Influenza aviária. A ação é preventiva e foi definida neste mês, após a confirmação de quatro casos de gripe aviária na Bolívia, país vizinho ao Estado.
Na segunda-feira (13.02) os servidores do Indea e Mapa passaram por Sorriso; na terça-feira (14.02) por Nova Mutum, na quarta-feira (15.02) em Nova Marilândia e encerram amanhã (16.02) o ciclo de palestras em Tangará da Serra. Esses encontros, realizados em parceria com prefeituras e entidades produtivas da avicultura, tem reunido profissionais da avicultura como médicos veterinários e técnicos agrícolas, criadores de aves e representantes de frigoríficos e granjas.
O Indea enfatiza durante as palestras que o controle de acesso a aviários, frigoríficos e demais estabelecimentos da avicultura é fundamental para garantir a segurança sanitária do plantel estadual. Entre as recomendações repassadas aos participantes das palestras está a higienização das mãos e troca de roupas e sapatos antes de adentrar as granjas, desinfecção de todos os veículos que acessam a propriedade e evitar o contato da granja com outras aves, em especial aves silvestres.
“Nós do Indea realizamos continuamente ações de vigilância para identificar a doença antes que se espalhe, para isso, além das visitas e vistoria das aves nas propriedades, contamos com a participação do produtor para nos avisar sobre a ocorrência de doenças. O que ocorre é que com o registro de casos na Bolívia, a luz de alerta foi ligada e nós, juntamente com a cadeia avícola, intensificamos ainda mais essas medidas de prevenção à doença, promovendo esse circuito de palestras para os avicultores para reforçar as medidas de biosseguridade nas granjas”, explica o coordenador de Defesa Sanitária Animal da autarquia, João Marcelo Nespoli.
Mato Grosso está entre os dez estados brasileiros que mais exportam carne de frango. A atividade avícola no Estado conta com 350 granjas em 28 cidades, e um total de 58 milhões de aves.
Quem é da atividade, como o produtor Jaime Cella, 56 anos, de Nova Mutum, a preocupação quanto ao impedimento do registro da doença não é apenas do Governo do Estado. “A doença nos preocupa porque está ao nosso redor. Tem casos na Venezuela, na Colômbia, no Equador, no Peru, no Chile e agora na Bolívia. Então, todo o cuidado sanitário deve ser mantido, reforçado e destacado, e essas palestras têm nos ajudado a desmitificar a doença e como manter as nossas aves sadias”, explica Cella, que está a há 16 anos está na atividade avícola.
O que fazer em caso de suspeita de gripe aviária?
Todas as suspeitas de Influenza aviária devem ser notificadas imediatamente, presencialmente ou por telefone ao Indea. Na página da autarquia é possível encontrar o endereço e telefone de todas as unidades instaladas no Estado. Outra opção é fazer a notificação pela internet na plataforma e-Sisbravet.
Sintomas
A influenza aviária de alta patogenicidade é caracterizada principalmente pela alta mortalidade de aves que pode ser acompanhada por sinais clínicos, tais como andar cambaleante torcicolo; dificuldade respiratória e diarreia.
Fonte: GOV MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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