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Oito ficam feridos em explosão em fábrica de nitrocelulose, na França

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Oito pessoas foram hospitalizadas, uma em estado grave, após uma série de explosões na fábrica de explosivos militares Eurenco, ex-Manuco, em Bergerac, Dordonha, no Sudoeste da França.

O incêndio, no entanto, ficou restrito ao local da explosão. As causas do acidente, ocorrido ao início da tarde de hoje (3), ainda estão sendo apuradas.

Os serviços de emergência isolaram a área e o responsável municipal pediu aos habitantes das redondezas para evitarem a área. No momento da explosão encontravam-se na fábrica cerca de 40 pessoas, 35 das quais sofreram sintomas de intoxicação por fumaça.

Pouco depois das 17h locais (13h em Brasília), o prefeito Jonathan Piroleaud anunciou que o local estava “totalmente seguro” e que o risco de novos incidentes estava “afastado”.

A empresa produz nitrocelulose para munições militares e explosivos, tanto para fins civis como militares, além de combustíveis e de carburantes.

Segundo o sub-prefeito Jean Charles Jobart, o acidente ocorreu no edifício onde estavam armazenados “pelo menos duas toneladas de nitrocelulose”.

Cinco ambulâncias, dois helicópteros e seis dezenas de bombeiros participaram na resposta às explosões, com todo o pessoal presente no local sendo rapidamente retirado.

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Em consonância com o hospital de Bergerac, a prefeitura acionou ainda o ‘plano branco’ para ampliar a capacidade de internamento do estabelecimento de saúde.

Fonte: EBC Internacional

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Secretário-geral da ONU condena ameaças de guerra nuclear

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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres,  disse neste sábado (6), durante um evento em Hiroshima para marcar os 77 anos do lançamento da bomba atômica sobre a cidade japonesa, considera inaceitável que os países com armas nucleares admitam a possibilidade de uma guerra com o uso deste tipo de armamento e avisa que a humanidade está brincando com uma arma carregada.

“Temos de manter os horrores de Hiroshima sempre presentes, reconhecendo que existe apenas uma solução para a ameça nuclear, não haver armas nucleares”, disse Guterres. “Quase 13 mil armas nucleares são mantidas em arsenais em todo o mundo e crises fortemente sublinhadas pelo nuclear disseminam-se depressa, do Oriente Média à península coreana e na invasão russa da Ucrânia.”

Durante o evento, Guterres pediu aos países que trabalhem para eliminar as armas nucleares. “Os países que têm armas nucleares têm que se empenhar na não utilização dessas armas e também têm que garantir aos estados que não possuem armas nucleares, que não usarão e nem ameaçarão usar essas armas contra eles.”

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Mais de 140 mil pessoas morreram em Hiroshima em consequência do ataque norte-americano usando uma bomba nuclear no dia 6 de agosto de 1945. Foi a primeira vez que este tipo de armamento foi utilizado. Três dias depois, os EUA soltaram uma segunda bomba atômica na cidade japonesa de Nagasaki.

* Com informações da RTP

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Internacional

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