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Suspeitos de homicídio e ocultação de cadáver de moradora de Pontes e Lacerda são presos em flagrante

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Dois homens envolvidos nos crimes de homicídio e ocultação de cadáver de uma moradora de Pontes e Lacerda foram presos em flagrante pela Polícia Civil. A vítima foi identificada como Stheffany Ashley da Silva Neves, de 26 anos, e o corpo localizado no Rio Guaporé, na manhã de segunda-feira (16).

As diligências começaram no domingo (15.01), quando a Delegacia de Pontes e Lacerda, recebeu informações de que na estrada de acesso à estação de coleta de água do município, às margens da BR-174, dois homens haviam acabado de jogar um corpo no rio e estavam tentando fugir do local, porém, o veículo apresentou problemas mecânicos.

Com base nas informações recebidas, os policiais civis foram até o local, onde conseguiram deter os suspeitos, de 47 e 49 anos. No interior do Fiat Palio foram encontradas uma arma calibre 22, munição e uma lona com vestígios de sangue.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi ao rio ainda no domingo à noite, mas pelo horário não foi possível dar início às buscas. Na segunda-feira pela manhã o corpo da vítima foi localizado.

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Local do crime

A perícia realizada pela Politec, na residência de um dos suspeitos, constatou indícios de que no local ocorrera o crime.

Os policiais encontraram na residência do suspeito E.P.C., de 49 anos, uma corrente e uma bolsa feminina. A casa apresentava vestígios de sangue desde a calçada até o interior da residência e uma marreta foi localizada próxima à porta da residência.

Todo o material recolhido foi encaminhado à perícia.

Prisões

Em entrevista com os policiais civis, um dos suspeitos, E.P.C, que estava em estado visível de embriaguez, deu várias versões sobre o crime. Ele alegou, inicialmente, que contratou um programa com a vítima e depois teve um desentendimento e a assassinou a facadas, dentro de sua casa, e depois jogou o corpo no rio. Ele afirmou ainda que o outro suspeito não participou do homicídio. Em seguida, E.P.C. disse que a vítima foi morta com disparos de arma de fogo.

Já o outro suspeito, S.Q.S. narrou que estava em sua casa e foi chamado para ir na beira do rio e ambos foram bebendo pinga até chegar às margens do Guaporé. Na beira do rio, o outro suspeito abriu o porta-malas e pediu ajuda para jogar um corpo no rio, que estava enrolado em uma lona, e S.Q.S negou e alegou não saber quem era a vítima.

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Os dois suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Pontes e Lacerda e autuados em flagrante pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver. As investigações seguem em andamento para apurar a motivação do crime.  

Fonte: PJC MT

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Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado

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A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.

Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.

A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.

O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.

Investigação

Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.

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As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.

As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.

Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.

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Reaver veículo e desistência de ação

De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.

Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.

As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.

Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.

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